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V.T. CURITIBA 26 – 27 DE SETEMBRO.

a ultima visita técnica não poderia ser em outro lugar né galera, estou APAIXONADO por Curitiba, ôo cidade linda que é Curitiba, organização sensacional, de outro mundo !

Local de Saída e Retorno: SENAC Jundiaí

MAPA TURÍSTICO DA CIDADE

MAPA


 


Jardim Botânico


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Seu principal cartão-postal é o Jardim Botânico, visita obrigatória para aqueles que passeiam pela cidade pela primeira vez. Mais de cinquenta espécies de plantas e flores são encontradas em meio a uma suntuosa construção em vidro e metal que embeleza ainda mais esse jardim geométrico composto também por esculturas e trilhas.


Largo da Ordem

Desde que começou a existir, o Largo da Ordem  sofreu inúmeras modificações. Além das construções seculares nele existentes, preservadas quase fora de tempo – por isso deverá já ter bebedouro para animais localizado bem no meio da praça. Não é porém tão antigo quanto possa parecer, nem tão moderno quanto sua manutenção pretenda escamotear. Em 1900 inexistia o pitoresco bebedouro. O que havia no Largo eram os bondes puxados a burro, cuja linha procedia da Rua Assunguy (Mateus Leme), do ponto de cruzamento desta com a Rua Serrito (Carlos Cavalcanti). Depois e atravessar o Largo e a Praça Osório em duas partes quase iguais, pois subia a Comendador Araújo demandando o Batel, considerado na época o arrabalde mais próximo do centro da cidade: um quilometro.

  • Museu Paranaense

Fundado em 25 de setembro de 1876, o Museu Paranaense é a primeira grande instituição histórica do Estado e terceira do Brasil. Está em sua sede definitiva no Palácio São Francisco, que ocupa uma área de 4.700 m², na cidade de Curitiba, capital do Paraná.

Além das salas de exposições históricas do acervo, o Museu possui salas de mostras temporárias organizadas dentro de temáticas com contexto histórico e social. Possui biblioteca, auditório, laboratórios, salas para cursos e “loja cultural”. Realiza sistematicamente cursos, palestras, oficinas e apresentações artísticas. Desenvolve projetos culturais voltados a vários segmentos sociais como: idosos, estudantes, professores e outros.

Anexo ao Museu há o “Pavilhão da História do Paraná”, onde uma linha do tempo proporciona ao visitante a visão cronológica da história do Paraná, desde a pré-história até o início do século XX, com a chegada dos imigrantes. Ali são abordados aspectos como: achados arqueológicos, os indígenas, as reduções jesuíticas, o tropeirismo, a religião, o povoamento do litoral, primeiro e segundo impérios, o Ciclo do Mate, numismática, a emancipação política do Paraná, o povoamento de Curitiba, as artes, a educação, a Guerra do Paraguai, a Revolução Federalista, o Contestado e a imigração. São objetos, armas, adornos, cuidadosamente dispostos para proporcionar uma belíssima visão da história do Paraná. O visitante tem ainda a oportunidade de apreciar obras de arte de renomados artistas paranaenses, entre eles Alfredo Andersen, Arthur Nísio, Theodoro de Bona e João Turin.

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Funcionamento – de terça a sexta-feira das 9h às 18h. Sábado, domingo e feriado das 10h às 16h


  • Mesquita de Curitiba

Em poucos metros caminhando pelo Centro Histórico é possível contemplar a diversidade religiosa da região. Destaque para as Igrejas da Ordem; Rosário; e Presbiteriana; Templo Hare Krishna; Catedral; entre outras. Uma das mais visitadas e apreciadas é a Mesquita Imam Ali ibn Abi Talib – ou Mesquita de Curitiba.

Inaugurado em 1972, o local surgiu da necessidade da comunidade árabe na capital paranaense em ter um espaço sagrado para as orações. O período construtivo durou dois anos e teve projeto arquitetônico de Kamal David Curi (cristão de origem árabe). A estrutura conta com uma cúpula central – ladeada por duas torres denominadas minaretes e orientadas em direção à cidade sagrada de Meca. No interior há escritórios; biblioteca; anfiteatro; e decoração produzida através de doações realizadas pela comunidade muçulmana e empresários árabes da região.

As visitas em maior número acontecem aos domingos das 10h às 13h30. Há algumas recomendações como a entrada sem calçados e o uso do véu no caso das mulheres. A Mesquita de Curitiba disponibiliza o objeto caso o visitante não possua. Um dos destaques é que o local concilia o ambiente entre os frequentadores das vertentes sunita e xiita.

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  • Igreja de Nossa Senhora do Rosário e São Benedito

    Consta como sendo a segunda igreja de Curitiba, construída por escravos em 1737. Era a igreja dos pretos de São Benedito. Com a abolição da escravatura, perdeu sua razão de ser, só sendo conservada por estar localizada junto ao caminho do cemitério. Passou a ser chamada a igreja dos mortos, onde os defuntos eram encomendados. Durante a construção da atual catedral de Curitiba, serviu de matriz (1875-1893). Seu estilo era originariamente colonial. Em 1931 foi demolida dado o seu péssimo estado de conservação. Em 1946, a nova Igreja do Rosário foi inaugurada. Em estilo barroco tardio, tem a fachada em azulejos, originais da antiga capela. Enfeitam suas paredes os passos da Paixão em azulejaria recente, em estilo português. Em sua entrada está o túmulo do Monsenhor Celso, pároco da cidade e cura da Catedral por 21 anos, falecido em 1931. Aos domingos às 8h é celebrada a Missa do Turista e Feirantes.

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Atendimento sexta, 17h. Sábado, 16h e 17h. Domingo, 8h, 9h, 11h e 17h


  • Memorial de Curitiba

Com um projeto arquitetônico moderno e ousado, assinado por Fernando Popp e Valéria Bechara, o Memorial de Curitiba dispõe de três salas de exposições, um auditório e uma praça interna para eventos. Nesses espaços, o público tem oportunidade de estar em contato com a arte e a cultura, por meio de apresentações cênicas e musicais de diferentes gêneros, seminários, palestras, oficinas, congressos, lançamentos de livros, dentre outros eventos realizados periodicamente.
Espaço cultural para mostras e eventos alusivos à memória da cidade de Curitiba.

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Abertura de 3ª a 6ª feira das 9h às 12h e 14h às 18h


  • Casa Romário Martins

   Último exemplar da arquitetura colonial portuguesa, passou a ter essa denominação após sua restauração, numa homenagem ao historiador Alfredo Romário Martins. A casa deixou de ser moradia no início do século e manteve atividades comerciais até sua desapropriação em 1970, pela Prefeitura Municipal de Curitiba. Inaugurada como espaço cultural em dezembro de 1973, a Casa Romário Martins divulga e promove exposições históricas de responsabilidade da Diretoria de Patrimônio Cultural da Fundação Cultural de Curitiba. A área de exposições é de 34,04m2.

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Horário: 9h às 12h e 14h às 18h


  • Casa Vermelha

    A Casa Vermelha foi construída no final do século XIX, encomendada pelo alemão Wilhelm Peters. Na época, a região era conhecida como Páteo de São Francisco das Chagas e tinha como principais construções a Igreja da Ordem, o bebedouro e a Casa Romário Martins.

    Nas primeiras décadas do século XX foi sede da “Burmester, Thon e Companhia” e da União Comercial. Em 1916 passou a ser conhecida como “Casa Vermelha”, quando era propriedade de Eurico Fonseca dos Santos e seus sócios – no ano seguinte, a região passou a ser chamada de “Largo Coronel Enéas”, nome que se mantém até hoje.

     Em sua história, a Casa Vermelha foi tradicionalmente sede de empresas e comércios ligados ao ramo das ferragens e/ou residência. Em um dos apartamentos do balcão, por exemplo, viveu o maestro Luis Eulógio Zilli, autor do hino a Nossa Senhora da Luz dos Pinhais.

     No ano de 1993 a casa passou a ser um espaço da Fundação Cultural de Curitiba, integrado ao Memorial de Curitiba – que foi fundado em 1996. Lá eram realizadas apresentações teatrais, principalmente ligadas ao Festival de Curitiba, mas em boa parte do tempo a casa se mantinha fechada. Em 2014, após uma reforma, passou a fazer parte do Schwarzwald Bar do Alemão, um dos comércios mais tradicionais da região.

   

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  • Igreja da Ordem Terceira de São Francisco das Chagas e Museu de Arte Sacra

   Construída em 1737, é a mais antiga de Curitiba. Seu nome original era Nossa Senhora do Terço, só mudado com o surgimento da Ordem de São Francisco em Curitiba, em 1746. Em anexo foi construído, em 1752, um convento que funcionou até 1783, dirigido por religiosos franciscanos. Em 1834/35 desabou o vigamento da Igreja, e apesar da reconstrução da parte desmoronada, continuou em péssimas condições e, mesmo assim com a chegada dos colonos poloneses, serviu-lhes de paróquia. Em 1880, com a visita do imperador D. Pedro II, foi promovida a restauração definitiva da igreja. A torre foi concluída em 1883 e os sinos doados pelos senhores da erva-mate. A partir de então, tornou-se sede da vida espiritual dos alemães, sendo os ofícios celebrados no idioma alemão até 1937. Estas reformas destituíram suas características arquitetônicas, originariamente coloniais, dando-lhe características indefinidas, com a torre lembrando o estilo mourisco segundo alguns ou neo-góticos, segundo outros, seu interior é colonial, apresentando um altar-mor folheado a ouro, talha barroca de princípios do século XVIII. A imagem de Cristo possui cabelos e os olhos são de vidro, numa expressão típica barroca. Foi tombada em 1965 e novamente restaurada no período de 1978/80, dentro de uma filosofia conservadora, marcando a autenticidade de nossa paisagem histórica. Anexo à igreja está o Museu de Arte Sacra, edifício que reúne alfaias resgatadas das quatro antigas igrejas da cidade, isto é, da Matriz de Nossa Senhora da Luz e Bom Jesus dos Pinhais, Nossa Senhora do Rosário dos Pretos de São Benedito, São Francisco de Paula e da própria Igreja da Ordem. O museu foi viabilizado em 1981 e compreende as duas salas de alfaias, a Capela do Encontro, a Capela Papal e a nave da igreja. Ambos, museu e igreja, estão no Largo da Ordem.

Foi inaugurado em 12 de maio de 1981 e teve o acervo inicial recolhido pelos Arcebispos Dom Manuel Silveira D’Elboux e Dom Pedro Fedalto. Atualmente, o Museu de Arte Sacra também oferece um espaço para exposições itinerantes relacionadas ao contexto religioso.

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Praça Garibaldi 

Antes de ser inaugurada, em 1946, com o nome de Praça Garibaldi, sua denominação primeira foi Praça Dr. Faria Sobrinho e, mais tarde Praça do Rosário. Está no Setor Histórico de Curitiba e abriga construções e monumentos que contam a historia da cidade. Exemplo disso é o Palacete Wolf, a Igreja do Rosário, a Sociedade Garibaldi, em estilo neo-clássico, a Igreja Presbiteriana Independente, um projeto do engenheiro Henrique Estrela Moreira de 1931, também em estilo neo-clássico, com decoração alemã no seu interior e a antiga “Mansão de Nhá França” construída em 1890 por Ignácio de Paula França e hoje transformada no Solar do Rosário.

O busto de Monsenhor Celso, o Relógio das Flores, a Fonte da Memória, as Galerias de Arte e as Lojas de Antiguidades e de Artesanato completam o conjunto de estruturas ali existentes. Aos domingos acontece nesta praça a Feira de Arte e Artesanato, com antiguidades, esculturas, talhas em madeiras e cerâmica, vidro, couro, metal e outros, além de apresentações musicais e barracas com gastronomia típica.

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Praça Tiradentes e Catedral Basílica Menor de Curitiba

A Praça Tiradentes dominada pela Catedral Basílica Menor de Nossa Senhora da Luz é a mais antiga praça da cidade denominada com este nome em 1889, sendo o lugar onde oficialmente a cidade nasceu em 29 de março de 1693. A praça possui muitas árvores, bustos de personalidades (como Tiradentes), o marco zero da capital paranaense (que aponta as direções e distâncias de Curitiba para Paranaguá, Santa Catarina e São Paulo), e um monólito que representa um pelourinho que ali existia.

No início de 1994, foi reformada com o objetivo de alterar o tráfego do anel central, além de servir como terminal de algumas linhas de ônibus urbanos, além de servir como ponto de partida da Linha Turismo. Em 2008 durante obras de revitalização foram encontradas calçamentos de cunho arqueológico, objetos dos primeiros moradores da capital, como: ferraduras, facas, moedas, botões e louças datados da metade do século XIX. Após esta grande reforma, a praça ganhou cerca de 30 bancos de madeira para curtir a natureza, ler ou simplesmente apreciar o movimento e um projeto para dar visibilidade aos achados.

No meio da praça, onde foi encontrada a calçada histórica mais importante, foi feito um trecho de 119 metros quadrados de piso de vidro laminado , e uma iluminação especial foi instalada dentro do vidro para destacar a calçada. Local muito bonito é uma das únicas praças que são boas para ser observadas durante a noite. A segurança é feita pela Guarda Municipal, porém é sempre bom estar atento a qualquer pessoa suspeita, principalmente durante a noite.


A Catedral Basílica Menor de Nossa Senhora da Luz de Curitiba fica na Praça Tiradentes. É um dos mais importantes patrimônios culturais da Cidade. Construída de 1876 a 1893, em estilo neogótico, segundo o projeto do arquiteto francês Alphone de Plas. Ocupa o mesmo local da antiga matriz do século 17, bem como o da sua sucessora, construída em 1720.

Até 1892, a paróquia de Curitiba estava subordinada à Sé Primacial da Bahia. A antiga Igreja Matriz foi elevada à categoria de Catedral, em 27 de abril de 1892, com a criação da Diocese de Curitiba, pela bula Ad universas orbis ecclesias, do papa Leão XIII. A Diocese foi instituída em 30 de setembro de 1894, com a posse do primeiro bispo dom José de Camargo Barros. Em 10 de maio de 1926, foi elevada à categoria de Arquidiocese. Historia Curitiba Cultura em Curitiba.

Como suas antecessoras, a Catedral é dedicada e abriga a imagem de Nossa Senhora da Luz dos Pinhais, Padroeira de Curitiba. É Catedral Basílica Menor desde 8 de setembro de 1993, quando completou 100 anos.

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Santuário de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro

Inaugurada em 1969, o santuário é a ampliação da antiga igreja católica da “Capela da Glória”, fundada em 1960, no mesmo local onde se encontra o santuário. Os Missionários Redentoristas, juntamente com o padre Egídio Gardiner, resolveram ampliar o espaço físico da antiga capela, em virtude da grande concentração das pessoas, mas missas e novenas.

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Rua das Flores e Boca Maldita

Primeiro calçadão do Brasil, chega a ser considerado um grande shopping a céu aberto. Destaque para o trecho considerado tribuna livre, a Boca Maldita. A “Boca Maldita”, local de manifestações públicas pacíficas, é a continuação da Rua XV de Novembro entre a Rua Ébano Pereira e a Praça General Osório, denominada Av. Luiz Xavier, a menor avenida do mundo, e também palco de apresentações de Natal no prédio do Palácio da Avenida.

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é uma confraria curitibana e o termo também é associado ao local em que seus membros se encontram para discutirem os assuntos do momento.

    Boca Maldita é a denominação de um espaço, sem área determinada mas ao redor dos cafés, bancas de revista e bancos do calçadão na Avenida Luiz Xavier (Rua das Flores) no centro de Curitiba, onde se reúnem os “Cavaleiros da Boca Maldita de Curitiba”, confraria esta que disseca todos os assuntos presentes nas manchetes dos jornais do momento em uma tribuna livre de palavras e pensamentos.

O obelisco existente em frente ao hotel Braz, faz uma homenagem ao local e a confraria.

Reduto prioritariamente masculino, tribuna livre para quaisquer comentários ou críticas, a Boca Maldita surgiu em 13 de dezembro de 1956, fundada por um grupo que reunia, entre outros, o eterno presidente Anfrísio Siqueira e o jornalista Adherbal Fortes de Sá Junior. A institucionalização do espaço de conversas, no calçadão da Rua das Flores, se deu em 13 de dezembro de 1966 (data anterior ao calçadão), quando da criação dos estatutos e seu registro ocorreu em 29 de setembro de 1975.

A confraria existe para debater e criticar tudo e todos sem qualquer restrição, expressando as vontades e indignações populares. Entre seus confradesreunem-se pessoas de diversas opiniões ou setores, como artistas, profissionais liberais, políticos, esportistas e aposentados. A Boca Maldita se destaca em diversos acontecimentos históricos do estado e do país, como por exemplo, a campanha das Diretas Já, além de diversas ações de caráter filantrópico-cultural. O maior evento da “Boca” é o seu jantar de aniversário quando cerca de 40 pessoas recebem o título de “Cavaleiros da Boca Maldita”.

 


Palácio Avenida

Localizado no centro da capital paranaense, o Palácio Avenida é um dos mais importantes edifícios históricos de Curitiba. Inaugurado em 1929, foi erguido pelo imigrante e comerciante sírio-libanês Feres Merhy, com projeto arquitetônico original de Valentim Freitas, Bernardino Assumpção Oliveira e Bortolo Bergonse.

São cerca de 18 mil metros quadrados, que abrigaram cafés, como o folclórico Bar Guairacá, e o Cine Avenida, uma das primeiras salas de cinema da capital. A construção, quase que inteiramente degradada, foi recuperada e reaberta em 1991 pelo banco Bamerindus.

Atualmente, sedia a principal agência curitibana do banco HSBC. O endereço também abriga o Teatro Avenida, com capacidade para 250 espectadores. Desde 1991, é tradicionalmente realizado nas janelas do Palácio Avenida um espetáculo natalino com coral de crianças e músicas típicas.

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Universidade Federal do Paraná  e Teatro Guaíra

Centro Cultural Teatro Guaíra é uma instituição cultural com auditórios para teatro,dança e espetáculos musicais, com sede na cidade de Curitiba, capital do estado brasileiro do Paraná. É mantido pelo governo do estado. A Orquestra Sinfônica do Paraná, a companhia de dança Balé Teatro Guaíra e o Teatro de Comédia do Paraná (TCP) são algumas das instituições mantidas pelo Centro Cultural Teatro Guaíra. O complexo arquitetônico localizado na Praça Santos Andrade garante ao Teatro Guaíra a sua classificação como um dos maiores da América Latina.

   A história do Teatro Guaíra inicia no século XIX. O imóvel situava-se no local onde hoje está o prédio da Biblioteca Pública do Paraná, na Rua Cândido Lopes, e sua abertura estava marcada para o dia 28 de setembro de 1884, com o nome de Theatro São Theodoro, em homenagem a Theodoro Ébano Pereira, fundador de Curitiba. A inauguração foi cancelada pela eclosão da Revolução Federalista, que utilizou o prédio como prisão política. Somente dezesseis anos mais tarde, em 3 de novembro de 1900, após obras de reforma, ampliação e instalação de iluminação elétrica, o teatro foi finalmente inaugurado, recebendo o nome de Theatro Guayra. As instalações foram redecoradas e ampliadas em 1915. O prefeito Aluízio França ordenou a demolição da edificação em 1937, alegando perigo de desabamento.

   Em 1948, durante o governo de Moisés Lupion, foi realizado concurso para escolher um projeto para o novo prédio do teatro. O arquiteto Rubens Meister, 26 anos na época, ficou classificado em terceiro lugar, sendo que o primeiro e segundo colocados apresentaram projetos clássicos, com estilo semelhante aos dos teatros municipais do Rio de Janeiro e de São Paulo. O governador seguinte, Bento Munhoz da Rocha, acabou optando pelo projeto de Meister, por considerá-lo mais condizente com a sua proposta de modernizar a capital. A localização foi alterada da Praça Rui Barbosa, que deixaria de existir para abrigar o prédio, para uma área maior, de um quarteirão inteiro, situada em uma das faces da Praça Santos Andrade. Sendo assim, o projeto inicial pôde ser ampliado, formando um complexo arquitetônico com três auditórios e todas as dependências necessárias para a produção de peças e espetáculos, com salas de ensaios, ateliê de costura e oficina cenográfica, entre outras dependências.

   As obras tiveram início em 1952. O “Auditório Salvador de Ferrante”, de tamanho médio, conhecido como Guairinha, foi inaugurado em 19 de dezembro de1954, com a presença do Presidente da República Café Filho. A primeira peça apresentada no auditório foi “Vivendo em Pecado”, de Terence Rattigan, da companhia Dulcina, em 25 de fevereiro de 1955.

Com a Lei Estadual n° 73 de 7 de novembro de 1955 o pequeno auditório do Teatro Guaira passou a ser denominado de “Auditório Salvador de Ferrante”em homenagem a Salvador Ferdinando de Ferrante, teatrólogo pioneiro em Curitiba e fundador da Sociedade Teatral Renascença.

As obras do grande auditório seguiram lentamente durante dezesseis anos. Em 25 de abril de 1970, quando a inauguração estava próxima, um incêndio causou graves danos ao prédio, que precisou de mais quatro anos para ficar pronto.

O grande auditório, também conhecido como Guairão, foi inaugurado em 12 de dezembro de 1974, recebendo o nome de “Auditório Bento Munhoz da Rocha Netto”. A peça de estréia foi “Paraná, Terra de Todas as Gentes”, de Adherbal Fortes e Paulo Vítola.

O “Auditório Glauco Flores de Sá Brito”, conhecido como o miniauditório, foi inaugurado um ano depois do grande auditório, em 1975, sendo reservado principalmente a companhias de teatro paranaenses e espetáculos experimentais e de vanguarda.

O “Teatro José Maria Santos” não faz parte do prédio principal, mas integra o patrimônio do “Centro Cultural Teatro Guaíra”. Foi inaugurado em 27 de junho de 1998.

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(UFPR) é a mais antiga instituição de ensino com concepção de universidade do Brasil, fundada em 19 de dezembro de 1912, inicialmente com o nome de Universidade do Paraná.

Atualmente as instalações da universidade estão distribuídas entre os diversos campi de Curitiba e de outras cidades do Paraná. A instituição oferta 113 cursos de graduação, 68 de mestrado, 43 de doutorado, 62 de especialização lato sensu, além de residências médicas, cursos técnicos e à distância.

A UFPR adota desde 2004 em seu vestibular um sistema de cotas próprio que reserva 20% das vagas de cada curso para estudantes oriundos de escolas públicas e 20% para alunos negros e pardos. Em 2013 passou a adotar, concomitantemente, o sistema de cotas instituído pelo governo federal, de maneira que a proporção total deve aumentar para 50% em quatro anos.

Em 1892 o intelectual paranaense José Francisco da Rocha Pombo colocaria, no Largo Ouvidor Pardinho, a pedra fundamental da Universidade do Paraná. O projeto, infelizmente, foi frustrado pelo Movimento Federalistaque impediu a criação da universidade.

Vinte anos depois, em 1912, o estado contava com um reduzido número de intelectuais (apenas nove médicos e quatro engenheiros) mas se desenvolvia muito devido a produção da erva-mate. Além disso, a Guerra do Contestado fez com que as lideranças políticas se empenhassem pela criação de uma universidade, de modo a dar uma identidade ao povo paranaense. Na esteira da Reforma Rivadávia, que retirava do Estado a obrigação de oferta de ensino e dava liberdade à iniciativa privada de criar instituições de ensino superior, entre outras medidas polêmicas, Victor Ferreira do Amaral, deputado e diretor de instrução pública do Paraná e Nilo Cairo da Silva lideraram a fundação da Universidade do Paraná.

A Universidade do Paraná, uma instituição privada de ensino superior, foi fundada em 19 de dezembro de 1912, e iniciou suas atividades em 1913, num antigo prédio da Rua Comendador Araújo, residência do ervateiro Manoel Miró. Os primeiros cursos ofertados foram os de Ciências Jurídicas e Sociais,Engenharia, Medicina e Cirurgia, Comércio, Odontologia, FarmáciaBioquímica. O primeiro aluno e primeiro funcionário foi o alagoano Oscar Joseph de Plácido e Silva. Após ter fundado a Universidade do Paraná, Victor Ferreira do Amaral, que foi também o primeiro reitor, deu início à construção do prédio central em um terreno doado pela prefeitura. Então, com a recessão econômica causada pela Primeira Guerra Mundial e com as políticas públicas do governo central vieram as primeiras dificuldades.

Em 1915, em decorrência da promulgação do Decreto 11530/1915 as regras para a criação e manutenção de universidades foram alteradas e o governo do país retomou a função de ofertar ensino em todos os níveis. Por conta das novas exigências do governo federal (a obrigatoriedade de a cidade sede de uma universidade ter mais de cem mil habitantes, por exemplo, o que não era o caso de Curitiba), a Universidade do Paraná teve que ser desmembrada em faculdades isoladas para poder continuar funcionando. A situação permaneceu assim até 1946, quando a lei foi novamente alterada e a possibilidade de criação de universidades fora do âmbito público federal voltou a figurar na lei. A recriação da Universidade do Paraná culminou, em 1951, com a “federalização” (transferência da iniciativa privada para a esfera pública). Com a transferência, a Universidade passou a se chamar Universidade Federal do Paraná, usando a sigla UFP. Nos anos 1960, a UFP foi notório palco das reformas educacionais do regime militar, devido à ascensão de Flávio Suplicy de Lacerda ao cargo de Ministro da Educação do Brasil. A reforma educacional alterou a constituição das Universidades brasileiras de modo que o governo tivesse mais controle sobre as comunidades (em especial os estudantes, mais envolvidos na luta pela derrubada do regime e pela redemocratização do país). A reforma enxugou a estrutura da UFP. As faculdades e institutos foram substituídas por setores e a sigla passou a ser UFPR, para não haver confusão com as novas universidades criadas pelo regime em outros estados.

A construção localizada na Praça Santos Andrade iniciou-se em 1913, um ano depois da fundação da Universidade. O projeto do engenheiro militar Baeta de Faria consta de apenas um bloco de cinco andares e uma cúpula central. A inauguração deu-se em 1915.

Sete anos depois, em 1923, houve a ampliação com a construção das blocos laterais, conforme o projeto original. O setor direito fica pronto em 1925 e passou a abrigar o curso de Engenharia. No ano seguinte é concluído o setor esquerdo, que recebe o curso de Odontologia.
Que daria origem após alguns anos à chamada Associação Brasileira de Odontologia (Secção Paraná ABO – PR). Novas ampliações foram realizadas no lado direito e o prédio recebeu uma nova pintura em1940.
Foram feitas mais obras estendendo o prédio no sentido da Rua XV de Novembro que ficaram prontas em 1951. Um ano depois novas obras no setor direito, obrigam a demolição de parte da fachada lateral construída em 1940.

Em 1954 o edifício passou a ocupar uma quadra inteira, entre a Praça Santos Andrade, Rua XV de Novembro, Rua Presidente Faria e Travessa Alfredo Bufren. As últimas modificações foram feitas, apóś tantas ampliações uma nova fachada com muitas colunas e uma ampla escadaria foi projetada e a cúpula coberta foi retirada. A inauguração da obra com 17 mil metros quadrados em estilo neoclássico, ocorreu em 1955.

No ano de 1999 a prefeitura de Curitiba assinou uma lei que transformou o edifício no símbolo oficial da cidade, através de uma votação popular para a escolha do símbolo.

Rua General Carneiro, 370 / 380 – Centro Curitiba – PR – CEP: 81.531-990
Telefone: (041) 3360-5288 (recepção)

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Visita a Torre da Mercês (Valor R$ 6,00)

Também conhecida como Torre da Telepar, é uma torre de telecomunicações localizada no bairro das Mercês na cidade de Curitiba, capital do estado brasileiro do Paraná.

Foi construída em 1991 pela estatal Telepar e, devido à privatização do setor de telecomunicações, já pertenceu a Brasil Telecom e pertence hoje a Oi. É a única torre de telefonia do Brasil com mirante aberto à visitação.

A torre tem 109,5 metros de altura, propiciando uma ampla visão em dias claros. Dentro dela, há um museu do telefone, e um mapa com detalhes da cidade de Curitiba.

  • Altura: 103,5m.
  • Diâmetro da seção circular: 8,0m
  • Cota do terreno/nível do mar: 940,5m
  • Altura: 95,0m
  • Diâmetro: 22,5m
  • Área útil: 329m²
  • De terça-feira a domingo, das 10h às 19h.

Funcionamento 3ª a domingo e feriados das 10h às 19h

torre

 


Parque Tingui e Memorial da Imigração Ucraniana

Encontra-se numa faixa de preservação junto ao Rio Barigui desde 1994, o nome é uma homenagem aos nativos que habitavam a região de Curitiba. Um ano mais tarde foi inaugurado o Memorial Ucraniano, a construção segue as normas da religião ortodoxa, como cúpula oitavada revestida em cobre, com as faces representando os quadrantes do entendimento humano, o altar voltado para o leste e o telhado em dinho, a qual seu interior abriga exposição da Igreja de São Miguel, na Serra do Tigre em Malet.

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Bosque Zaninelli  & Universidade Livre do Meio Ambiente

Inaugurado em 1992 pelo oceanógrafo francês Jaques Costeau, ao meio de muito verde do bosque, a UniLivre do Meio Ambiente mantém um espaço de estudos e conhecimentos sobre o meio ambiente e a ecologia. A construção de material rústica na forma e cores lembra os quatro elementos da natureza: Ar, água, fogo, terra.

[UNSET]

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Bosque Alemão

O Bosque do Alemão é mais um dos pontos turísticos próprios de uma das etnias formadoras da população local. Recomenda-se uma visita ao local após as 16h00, quando o sol começa a baixar e graças à sua localização em um dos pontos mais altos da capital pode-se ter uma das mais lindas vistas da cidade. Uma réplica da Catedral de Bach é encontrada no bosque onde também é possível experimentar o legítimo apfelstrudel alemão.

  • Oratório Bach, uma sala para concertos musicais. É uma das principais atrações do Bosque e é instalada na réplica de uma antiga igreja Presbiteriana. A sala foi inaugurada em 13 de abril de 1996.
  • A Torre dos Filósofos, com um mirante de onde se vislumbra boa parte da área preservada.
  • A trilha João e Maria, onde as crianças tem a oportunidade de vivenciar um dos mais belos contos de fadas dos irmãos Grimm.
  • A Casa Encantada, com uma biblioteca infantil, e onde é feita a Hora do Conto para crianças, com bruxas e fadas.
  • A Praça da Cultura Germânica, onde se vislumbra a riqueza cultural dos imigrantes alemães.
  • O bosque de mata atlântica nativa preservada com nascentes de água límpida.
  • O portal e a reprodução da fachada da Casa Mila, construção germânica do início do século XX, originalmente localizada no centro da cidade. O gradil na abertura superior central do portal é original da antiga construção.

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Ópera de Arame e Pedreira

   Com estrutura tubular e teto transparente, a Ópera de Arame é um dos símbolos emblemáticos de Curitiba. Inaugurada em 1992, acolhe todo tipo de espetáculo, do popular ao clássico, e tem capacidade para 1.572 espectadores. Em meio a lagos, vegetação típica e cascatas, faz parte do Parque das Pedreiras juntamente com a Pedreira Paulo Leminski, que desde 1989 é cenário para a encenação da Paixão de Cristo e outros grandes eventos. A Pedreira pode abrigar, ao ar livre, 20.000 pessoas.


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Farol do Saber

Os Faróis do Saber são bibliotecas comunitárias existentes em vários bairros de Curitiba. Funcionam em apoio às escolas municipais e como pontos de referência cultural e de lazer para a comunidade.

No total, são 45 faróis. O acervo referencial é de cinco mil livros e alguns incluem acesso gratuito à Internet banda larga. O primeiro foi inaugurado em 1994, em Vista Alegre.

A construção é modular, em estrutura metálica. Em geral, são 88 m² de área construída e a torre tem 10 metros de altura. O nome tem inspiração no antigo Farol e na Biblioteca de Alexandria.

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Bosque do Papa (João Paulo II)

Memorial da Imigração Polonesa, criado em dezembro de 1980. Local este que antigamente havia uma fábrica de velas estearina. As sete casas de troncos que compõem o memorial, são lembranças vivas de fé e da luta deste povo. A casa típica, ao casa do artesanato, a capela no seu interior encontramos a Virgem Negra de Czestochowa, o museu e na trilha um busto do Papa João Paulo II.

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Museu Oscar Niemeyer

Mais conhecido como o Museu do Olho, no Centro Cívico, onde é possível conferir exposições de arte fixas e itinerantes, ou até mesmo fazer um piquenique ao ar livre, como é costume de muitos curitibanos.

O MON, como é conhecido, é um dos maiores museus da América Latina. Seu acervo abriga mais de 2.200 obras de artistas reconhecidos nacional e internacionalmente. Projetada pelo arquiteto Oscar Niemeyer, sua estrutura de 35 mil m² se destaca entre 144 mil m² de área verde. O complexo é formado pelo prédio principal, projetado em 1967, e o novo anexo, concebido em 2001 e inspirado na araucária, árvore de grande porte e símbolo do Paraná. A forma elíptica e as paredes de vidro desse novo anexo conferiram ao MON o carinhoso e popular apelido de “Museu do Olho”.

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Terça a domingo 10h às 18h R$ 9,00 R$ 4,50 (meia-entrada)


Parque Tanguá

Inaugurado em 1996, faz parte do projeto de preservação do Rio Barigui, juntamente com o Parque Tingui e Barigui. Destacam-se no parque duas pedreiras, unidas por um túnel de 45m, que pode ser atravessado a pé por uma passarela sobre a água. Possui pista de cooper, ciclovia, mirante, lanchonete e o Jardim Poty Lazzarotto. Considerado um dos melhores locais para apreciar o pôr do sol em Curitiba.

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Diariamente das 8 às 18 horas


Praça XIX de Dezembro

No passado abrigou um dos poucos mercados de abastecimento existentes na cidade, o qual após alguns anos fechou as portas. Parte da estrutura, como as escadas de concreto e os corrimãos de ferro, foram reutilizados no novo espaço público da cidade, que também tinha jardins e passaria a embelezar aquela antiga região úmida e de charco. A praça hoje é resultado da sua remodelação acontecida durante a segunda metade do século XX, quando para a comemoração da emancipação política do Estado, o governo contratou um Plano de Desenvolvimento Urbano, denominado Agache, previa a construção de diversas benfeitorias para qualificar o crescimento urbano em Curitiba, dentre elas a nova temática da Praça. O nome do logradouro e de seu conjunto escultural representam a data da Emancipação Política do Paraná em 19 de dezembro de 1853. O obelisco foi erigido em comemoração ao Centenário desta data, em 1953. O “Homem Nu”, de autoria de Erbo Stenzel, representa o Paraná emancipado, independente, caminhando com as próprias pernas e sem medo do futuro. A “Mulher Nua”, de autoria de Humberto Cozzo, que permaneceu nos fundos do Palácio Iguaçu até a década de 70, foi trazida para a praça a fim de complementar o conjunto e representar a Justiça. O biombo possui dois painéis, um de Poty Lazzarotto, em azulejos, representando a evolução política do Estado e o outro, de Erbo Stenzel, em alto relevo, representando os ciclos econômicos do Paraná.

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Paço da Liberdade

Inaugurado em 24 de fevereiro de 1916, era a sede da antiga Prefeitura de Curitiba,com detalhes neoclássicos e desenhos art-nouveau, a construção é em alvenaria de tijolos com base em blocos de concreto e cantaria.

É o único monumento do Paraná tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). O projeto de restauração respeitou as características originais do edifício e privilegia o uso público do espaço. Em 29 de março de 2009 a Prefeitura entregou o Paço da Liberdade totalmente revitalizado.

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Feira Largo da Ordem

Localizada próxima do marco zero(Praça Tiradentes) de Curitiba, Paraná, a Feira do Largo da Ordem recebe a cada domingo uma média de 15 mil pessoas que percorrem o local.

Além do artesanato a Feira tem exposições de automóveis antigos, centros históricos como a Igreja da Ordem, o Memorial de Curitiba e a Casa Romário Martins (a qual se acredita ser a mais velha da cidade).

Na Feira além trabalhos de artesanato como objetos de decoração, pinturas, bolsas, bijuterias, lembranças da cidade, roupas entre outros produtos, como livros e revistas antigas, antiguidades e muito mais.

 

By Night (Bar Crossroads)  – O Crossroads vem há quase duas décadas promovendo o encontro do público curitibano com bandas influenciadas pelo rock ’n’ roll e pelo blues, estilos musicais que definem o gosto da casa pela música. O bar conquistou vários prêmios durante sua existência, como o de Melhor Música ao Vivo pela Revista Veja Curitiba, e já trouxe bandas de renome nacional, como Blues Etílicos e Celso Blues Boy, e de reconhecimento internacional, como Guy King, blues man de Chicago.Tradicionalmente, a casa promove shows com as mais variadas bandas cover e grupos brasileiros de renome. Mas não é só pela boa música que o Crossroads é conhecido. O cardápio da casa se destaca pelos petiscos variados, sanduíches e pratos elaborados com produtos e receitas especiais. Para matar a sede, além do tradicional chopp no caneco (vencedor do prêmio Apreciadores do Chopp nacional e regional), a casa ainda possui uma carta de drinks.

O Crossroads é a melhor opção para festas e confraternizações. Temos ambientes climatizados, profissionais qualificados, qualidade de som, segurança e conforto para atender você ou sua empresa. Realize seu evento no bar mais rock’n’roll de Curitiba.

um resumo do nosso roteiro, pela historia dos locais e pelas fotos já da pra ter um gostinho de Curitiba ? se eu fosse voce iria correndo conhecer a cidade com mais qualidade de vida do pais, um lindo lugar de verdade.

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VT- Rio de Janeiro

VISITA TÉCNICA RIO DE JANEIRO (15 e 16/08)

Eaae galera ,

Breve resumo sobre a cidade maravilhosa, aonde dois dias são extremamente muito pouco tempo para se conhecer tanta coisa, tanto patrimônio, tanta natureza e a cultura carioca, resumimos nossa visita em alguns atrativos que se destacam na cidade :  Cristo Redentor, Pão  de açúcar, Escadaria Selaron, Arcos da Lapa, Sambódromo, Maracanã, Jardim Botânico, Centro Histórico, Panorâmica pelas praias (Leblon, Copacabana e Ipanema)

O grupo unido, com a coletividade que já vinha desde socorro, sabia que ia ser um grande desafio. Primeira vez de avião de alguns ja faria valer a pena, esse roteiro que pra qualquer turista é impossível de ser feito !

PONTOS VISITADOS :
Uma maravilha, cada lugar um mais interessante que outro, mas eu indo ao rj, trocaria alguns ou acrescentaria outros pontos ao meu critério é claro, foi um passeio muito corrido para todos e acho que acabou atropelando muita coisa por apenas realmente conhecer alguns pontos.

HOTEL:

Ótimas instalações ao meu ver, com alguns funcionários meio sem educação mais no geral uma ótima equipe, café da manha muito bom também e única critica a fazer do hotel mesmo foi a localização dele pois achei meio escondido, e é complicado ter um hotel que fique do lado de um bar ’24hrs’ aonde o forró comeu solto das 16hrs da tarde as 8hrs da manha.

A CIDADE:

acho que o ruim do rio são alguns cariocas que parecem não ver um potencial na cidade, falta muita flexibilidade e vontade de ajudar quem vem de fora, mas tirando isso sou muito suspeito para falar da cidade maravilhosa aonde nasci e cresci ! uma cidade SENSACIONAL.

Uma viagem com muitos aprendizados a serem levados para a vida mesmo para quem não for guia ! tiramos muitos ensinamentos.

Vozes Caladas

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Ditadura Militar? Resistencia popular! O período do caos completo no pais das maravilhas, aonde sangue da população foi derramado por aqueles que certamente mandavam no pais na época, e foi sangue sem dó nem piedade, tirado do pior jeito de que apenas não concordava com o que estava acontecendo, aonde estava a democracia? Onde estaria a vontade de ouvir o povo? A resposta é clara tudo no esgoto dos militares Brasileiros da época que usavam suas palavras e suas vontades como leis e quem fosse contra não ficaria em uma boa situação.

O governo de João Goulart (1961-1964) foi marcado pela abertura às organizações sociais. Estudantes, organizações populares e trabalhadores ganharam espaço, causando a preocupação das classes conservadoras como, por exemplo, os empresários, banqueiros, Igreja Católica, militares e classe média. Todos temiam uma guinada do Brasil para o lado socialista.

Uma nova republica para a nação aonde começou a ter a liberdade de expressão repreendida por militares que ao menor que seja a forma de se expressar, já corria um risco de ser “julgado” pelos punhos dos malditos militares que sem um pingo de alma, agrediam às vezes até a ultima gota de sangue de quem apenas queria passar sua mensagem para a população.

A Ditadura Militar que o Brasil viveu, entre os anos de 1964 e 1985, fez com que músicas se tornassem hinos e verdadeiros gritos de liberdade aos cidadãos oprimidos e sem possibilidade de se expressar como desejavam. Através de letras complexas e cheias de metáforas, elas traduziam tudo o que sentiam.

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Além disso, os festivais de MPB, promovidos pela TV Excelsior e, posteriormente, pela TV Tupi, auxiliaram na divulgação das canções tornando-as ainda mais populares. Essa lista pretende mostrar as músicas que criticavam o governo militar, contando um pouco da história de cada uma delas e seus significados ocultos, que passaram, muitas vezes, batidos pela censura.

  • Pra Não Dizer que não Falei das Flores, de Geraldo Vandré
  • Apesar de você, de Chico Buarque
  • Opinião, de Zé Keti
  • O Bêbado e a Equilibrista, de Aldir Blanc e João Bosco
  • Ponteio, de Edu Lobo
  • Eu quero é botar meu bloco na rua, de Sérgio Sampaio
  • Cálice, de Chico Buarque e Gilberto Gil
  • Como nossos pais, de Belchior
  • Alegria, Alegria, de Caetano Veloso
  • Primavera nos dentes, de João Ricardo e João Apolinário
  • Acorda Amor, de Chico Buarque

Uma musica que me chamou muita atenção foi a do famoso musico e compositor Chico Buarque, considerado por muitos um grande herói da luta contra a ditadura, a musica que eu citei a pouco se chama “apesar de você”, aonde Chico Buarque faz uma “leve” critica a falta de liberdade que estava acontecendo na época, ao lançar a musica ela imediatamente foi censurada pelos militares, pois rapidamente os próprios encontraram a critica implícita à falta de liberdade.

“Hoje você é quem manda
Falou, tá falado
Não tem discussão
A minha gente hoje anda
Falando de lado
E olhando pro chão, viu
Você que inventou esse estado
E inventou de inventar
Toda a escuridão
Você que inventou o pecado
Esqueceu-se de inventar
O perdão”

Link: http://www.vagalume.com.br/chico-buarque/apesar-de-voce.html#ixzz3m7xoZw5q

PANTANAL MATOGROSSENSE

Boooooa Tarde Galera !

Como foi solicitado pelo querido professor Elias , vim falar um pouco mais sobre o Pantanal Matogrossense um patrimônio natural da humanidade.

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O Pantanal ocupa territórios de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Em 1977, com a separação, Mato Grosso do Sul ficou com dois terços de sua área. São 89.318 km² de planície alagada por 175 rios que formam a Bacia do Rio Paraguai, onde se abrigam 650 espécies diferentes de pássaros, 300 de peixes, 167 de répteis, 35 de anfíbios, além de 95 de mamíferos. Em um simples passeio a pé, a cavalo ou de barco, é possível avistar jacarés, capivaras tamanduás e veados convivendo em harmonia com milhares de pássaros como tuiuiús, araras azuis, tucanos e ariranhas. Esse ecossistema é ainda mais rico em micro elementos e insetos.

biomas

Considerado Patrimônio Natural da Humanidade e reserva da Biosfera pela Unesco, o Pantanal chama a atenção do mundo inteiro não só por suas belas paisagens, mas pela riqueza de seus ecossistemas e de sua biodiversidade, formados por três outros biomas: Cerrado, Chaco Boliviano-Paraguaio* e Floresta Amazônica, contando ainda com a presença de espécies da Caatinga.
Através dos anos, a população pantaneira foi aprendendo a conviver harmoniosamente com a sua privilegiada natureza. Inicialmente, com as lições dos povos indígenas, depois, com o desenvolvimento de uma consciência ecológica que permeou toda a cultura regional.

Fauna e Flora

É no Pantanal que vive o maior felino brasileiro, a onça-pintada. Nos rios, baías e lagos é vasta a quantidade de peixes, moluscos, crustáceos e anfíbios. Tamanduás-bandeira e tamanduás-mirins, caxinguelês, quatis, cotias, pacas, lagartos, tatus, porcos-do-mato, queixadas e ariranhas. Há centenas de tipos de aves e peixes na região. Outros animais que vivem nesse habitat são as lontras, antas, jaguatiricas, gatos-do-mato, cachorro-vinagre, lobo-guará e cervo-do-pantanal. Na região também há morcegos, rato-do-cerrado e macacos, principalmente bugios, macacos-prego e sagüis. Ainda flamingos, biguás, socós, garças, patos, marrecos e jaburus. É grande a quantidade de espécies de formigas, cupins, aranhas e mosquitos.
O Pantanal Mato-Grossense apresenta-se como uma das mais importantes regiões do mundo, relacionadas à manutenção da avifauna. Sua grande diversidade de espécies e habitat, faz dele um rico e importante local para o desenvolvimento deste tipo de fauna, apresentando vasta oferta de alimentos, abrigo e locais para reprodução. A diversidade da fauna do Pantanal é muito grande, apresentando, segundo especialistas, aproximadamente 90 espécies de mamíferos, 700 de aves, 160 de répteis, 260 de peixes e 45 de anfíbios.

Neste ecossistema, são encontradas várias espécies da fauna, típicas de seus biomas vizinhos, como o Cerrado e a Amazônia, sendo considerada uma das mais importantes regiões do mundo para aves aquáticas, atraindo aves migratórias da região temperada. Os tuiuiús (Jabiru mycteria), os biguás (Phalacrocorax brasilianus), garças, colhereiros (Platalea leucorodia), patos das mais variadas espécies, araras, como a arara-azul


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Parque Nacional Patrimônio Natural da Humanidade
O processo de avaliação do Pantanal já foi concluído em fevereiro deste ano. A Unesco inseriu a região como patrimônio por considerar o Pantanal de valor excepcional: é a maior planície alagável do mundo, o ecossistema tem habitat natural e possui espécies de animais ameaçados de extinção.
A oficial da Unesco em Cuiabá, Aldenice Bernardes Garcia, disse que a inclusão do Pantanal como patrimônio da humanidade é um “ganho incalculável para a região”.Ela explica que a partir do título, a região escolhida pode receber apoio financeiro internacional com mais facilidade. “Teremos muito mais chances de proteger a nossa natureza”.

O Parque Nacional do Pantanal Mato-grossense (PNPM) foi criado em 1981 por meio do Decreto número 86.392, que tem como objetivos proteger e preservar amostras de ecossistemas pantaneiros, bem como sua biodiversidade, mantendo o equilíbrio dinâmico e a integridade ecológica dos ambientes contidos no Parque, a maior parte da região do Pantanal escolhida pela Unesco fica no município de Poconé, no sudoeste de Mato Grosso.
O Pantanal representa o elo de ligação entre o cerrado, no Brasil Central, o chaco, na Bolívia e Paraguai, e a região amazônica, ao norte. O reconhecimento internacional da grande importância que a região pantaneira representa na preservação da biodiversidade é demonstrado pelos títulos que lhe foram conferidos, como por exemplo:
Reserva da Biosfera Mundial: Título concedido pela Conferência da Organização das Nações Unidas para a Ciência e a Cultura (Unesco), ao Pantanal Mato-grossense, em 9 de novembro de 2000;
Patrimônio Natural da Humanidade: reconhecimento dado ao PNPM, também pela Unesco, em 29 de novembro de 2000;
Sítio Ramsar: O PNPM recebeu esse reconhecido em 24 de maio de 1993, pelo fato de conter uma das maiores concentrações de fauna do neotrópico, abrigando várias espécies de mamíferos, aves, répteis e peixes, ameaçadas de extinção.

O estado de Mato Grosso, onde está localizado o PNPM, possui áreas significativas, preservadas por meio de unidades de conservação federais como o Parque Nacional da Chapada dos Guimarães, Estação Ecológica da Serra das Araras, Estação Ecológica de Iquê, Estação Ecológica de Taiamã.


As visitas ao Parque Nacional do Pantanal Matogrossense são autorizadas ainda de forma excepcional para divulgação das potencialidades do ecoturismo no local.

A melhor época para visitação é entre maio e setembro, quando chove menos – a partir do mês de maio, quando as águas começam a baixar, a observação da fauna torna-se melhor. A época das chuvas inicia-se em outubro e vai até abril, sendo janeiro e fevereiro os meses mais chuvosos. E a partir do mês de dezembro é grande a quantidade de mosquitos, o calor é intenso e a Transpantaneira passa a ficar praticamente intransitável  devido às chuvas, dificultando o acesso ao Porto Jofre. Os pousos e dormitórios de aves na Baía do Burro são alguns dos atrativos, além da observação embarcada da vida silvestre.

COMO CHEGAR

O acesso à Sede do Parque Nacional é feito por via fluvial seguindo por 150 km descendo o rio Cuiabá, a partir do Porto Jofre (no final da estrada Transpantaneira, em Poconé/MT), ou por 230 km subindo o rio Paraguai, a partir da cidade de Corumbá/MS

ONDE FICAR

Como não existe estrutura de apoio ao turismo na região do Parque Nacional (como hotéis, pousadas ou restaurantes para acomodações e alimentação) é necessário contratar os barcos-hotéis na cidade de Corumbá/MS, ou hotel localizado no Porto Jofre, em Poconé/MT.

INGRESSOS

Não há cobrança de ingresso, porém é necessária uma autorização prévia para a visitação.

Sobre a questão de visitas ao PNPM :

Outros parques chamam a atenção por jamais terem passado nem perto da lista das dez UCs mais visitadas, embora sejam bastante conhecidos. É o caso do Parque Nacional do Pantanal Matogrossense, no Mato Grosso do Sul, que não teve registrada a entrada de um único visitante no ano passado e acumula apenas 306 visitantes desde 2012, quando passou a ter sua visitação contabilizada. Segundo o ICMBio, a falta de infraestrutura e pessoal atrapalha o controle sobre a visitação do parque.


REFERÊNCIAS :

http://blogdaemaecologia.blogspot.com.br/2010/10/conheca-mais-sobre-o-pantanal.html

http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u7615.shtml

https://pt.wikipedia.org/wiki/Parque_Nacional_do_Pantanal_Matogrossense#Refer.C3.AAncias

http://www.icmbio.gov.br/portal/o-que-fazemos/visitacao/ucs-abertas-a-visitacao/195-parque-nacional-do-pantanal-matogrossense.html

http://www.oeco.org.br/reportagens/29109-sergio-brant-fala-sobre-o-recorde-de-visitantes-em-parques-nacionais-durante-2014/

 

ROTEIRO CIDADE MARAVILHOSA

RIO DE JANEIRO, ROTEIRO E CONSTRUÇÃO DA LOGÍSTICA DOS PONTOS.

CapturarChegada ao Rio de Janeiro por volta de 8:00 HRS da manha já começamos nossas atividades fazendo um roteiro lógico dos pontos que iremos visitar. ( AEROPORTO SANTOS DUMONT – PÃO DE AÇÚCAR 15~20 MIN DE CARRO ) Após a saída do Aeroporto Santos Dumont – RJ , entraremos na Av. Infante Dom Henrique sentido o Pão de Açúcar, Já na avenida poderemos ter uma visão panorâmica do parque do Flamengo, da Praia do Flamengo e da Praia do Botafogo entrando já na Av. das Nações Unidas sentido praça Engenheiro Bernardo Saiao, Chegando a praça entraremos a esquerda sentido Rua General Severiano aonde ja daremos de cara na Av aonde se encontra o nosso primeiro destino o Pão de Açúcar ( Av. Pasteur ) , ao redor do Bondinho ( Pão de açúcar ), tem alguns lugares muito populares para cidade do Rio de Janeiro como a Escola de Guerra Naval, Praça General Tibúrcio e a Prainha Vermelha. ( PÃO DE AÇÚCAR – COPACABANA,IPANEMA,LEBLON 10~30 MIN DE CARRO ) Já saindo do Pão de Açúcar, demos partida para o segundo ponto do dia que será o passeio panorâmico pelas praias do Leblon, Ipanema, Copacabana e Lagoa Rodrigo de Freitas para isso após a saída do bondinho voltássemos para a Av. Pasteur para fazer o Retorno para a Av. das Nações Unidas, aonde por ela já vamos beirando o Inicio das Praias como o Leme, para continuar nosso passeio saímos da Av. das Nações Unidas para entrarmos na Rua Barata Ribeiro para termos uma contemplação já da tão famosa Copacabana aonde seguiremos a ordem fazendo o passeios panorâmico por Ipanema e por ultimo Leblon. ( LEBLON – LAGOA RODRIGO DE FREITAS 12 MIN DE CARRO ) Entrando na Av. Bartolomeu Mitre sentido Rua Mario Ribeiro/Av Borges de Medeiros para quando entrarmos na Avenida já termos uma visão panorâmica da Lagoa Rodrigo de Freitas, damos uma volta inteira na Lagoa para sair no Jardim Botânico. ( LAGOA RODRIGO DE FREITAS- JARDIM BOTÂNICO 13MIN DE CARRO ) Dando a volta pela Lagoa Rodrigo de Freitas entraremos de novo na Av Borges de Medeiros sentido Jardim Botânico ( JARDIM BOTÂNICO – CORCOVADO 13 MIN DE CARRO ) Após a saída do Jardim Botânico passando pelo Túnel Rebouças, vamos direto para dar um pulo no Bairro do Cosme Velho aonde se encontra uma das sete maravilhas do mundo o CORCOVADO mais conhecido como CRISTO REDENTOR, aonde se encontra de braços aberto para todos os cariocas. ( CORCOVADO – MARACANÃ 21 MIN DE CARRO ) Saindo do Corcovado vamos a caminho do nosso 8° Ponto na Cidade Maravilhosa, logo após passarmos pelo Elevado Engenheiro Freyssinet, chegando na Rua General Canabarro para entrarmos na Rua Mata Machado aonde sairemos na Av. Maracanã para darmos de cara com o Estádio Jornalista Mário Filho mais conhecido como Maracanã ( MARACANÃ – SAMBÓDROMO DA MARQUÊS DE SAPUCAÍ 5~10 MIN DE CARRO ) Após conhecer o Estádio seguimos em frente para a Av. Presidente Vargas aonde teremos uma visão panorâmica da prefeitura da cidade do Rio de Janeiro mas vamos dar uma rápida passada pois mais a frente da prefeitura é localizado a felicidade dos cariocas o Sambódromo da Marquês de Sapucaí junto com o terreirão do samba. ( SAMBÓDROMO DA MARQUÊS DE SAPUCAÍ – ARCOS DA LAPA 10~15 MIN DE CARRO ) Pegando a Av. Presidente Vargas ja iremos desembocar na Av. Passos aonde esta localizada a boemia carioca a Lapa mas preciso os Arcos da Lapa. ( ALMOÇO ❤ ) Após o almoço começaremos nosso passeio histórico pelo centro velho do Rio de Janeiro. Capturar2 Capturar3 (ARCO DA LAPA – PRAÇA FLORIANO OU CINELÂNDIA 10 MIN DE CARRO ) ( CAMINHADA DE 15~30 MIN PELA PRAÇA FLORIANO ) Depois de um saboroso almoço vamos abrir nosso passeio cultural pela Cinelândia, fazendo a partir da praça Floriano nossa caminhada aonde passaremos um pouco pela historia do Rio de Janeiro contando com 5 itens fundamentais para quem quer conhecer a parte velha do centro carioca

  • A própria Cinelândia
  • Cine Odeon
  • Biblioteca Nacional
  • Câmara Municipal
  • Teatro Municipal

( CAMINHADA CINELÂNDIA – LARGO DA CARIOCA E CONVENTO DE SANTO ANTONIO  5~10 MIN ) Saindo do inicio do centro velho, mas ainda na Av. Rio branco  vamos aprofundar mais a historia passando pela Av. Nilo Peçanha para chegarmos ao largo da carioca e conhecendo também o convento de Santo Antonio que se encontra ao lado do largo da carioca. ( CONVENTO DE SANTO ANTONIO – IGREJA DA CANDELÁRIA- CCBB*-ARCO DO TELES 10~25 MIN CAMINHADA ) Fugindo um pouco da Av. Rio Branco, brincadeira ainda na Av.Rio Branco nosso próximo ponto que será a igreja da Candelária, CCBB e o Arco do Teles, nos fará andar um pouquinho mas nada do que as belas paisagens dos prédios enormes da avenida façam com que nós tenhamos uma reflexão enquanto vamos ao próximo ponto, todos esses prédios nos faz pensar que ! Carioca não vive só de ferias, existe prédios comercias funcionando de seg a sex pessoal. *CCBBCentro Cultural do Banco do Brasil (ARCO DO TELES – PRAÇA XV – PAÇO IMPERIAL – PALÁCIO TIRADENTES – ALERJ* – CENTRAL DAS BARCAS – BAIA DE GUANABARA – MUSEU HISTÓRICO NACIONAL 15~25 MIN CAMINHADA ) Finalizando nosso passeio cultural já mais para o fim da tarde vamos conhecer um pouco mas da historia do Rio de Janeiro mas agora ao invés de termos prédios grandes temos uma arquitetura antiga, conservada até hoje para manter a historia da cidade maravilhosa, vamos sair do Arco do Teles indo para a Praça XV aonde esta localizada o paço imperial e o Palácio Tiradentes ao lado, e atrás do Palácio se encontra a ALERJ* (Associação Legislativa do Estado do Rio de Janeiro) , voltando um pouco a Praça XV iremos conhecer a Central das Barcas aonde saem barcas para Cocotá, Paquetá, praça arariboia, Charitas para por fim mas não menos especial vermos um lado da baia de Guanabara e irmos ao Museu Histórico Nacional. Capturar4 (MUSEU HISTÓRICO NACIONAL – ESCADARIA SELARON – RETORNO AO HOTEL VILLA RICA 20~25 MIN DE CARRO) Acabou o lindo centro histórico do Rio, acabou o passeio o centro histórico continua lá pessoal mas pra fechar o nosso passeio e irmos para o hotel para tomarmos um banho e sairmos a noite, vamos por fim conhecer a Escadaria Selaron aonde ficou conhecida mundialmente pelo Clipe gravado pelo Rapper Snoop Dogg, saindo do Museu vamos sentido Av. Infante Dom Henrique novamente, para pegar a Av. Augusto Severo que nos levara a Av. Mem de Sá e a Av. Gomes Freire aonde já chegaremos a Escadaria, após conhecermos a Escadaria na volta ao hotel passaremos em frente a Fundação Museu da Imagem e do som e seguiremos pela Rua da Lapa aonde estará localizado o nosso Hotel. (HOTEL VILLA RICA – BY NIGHT , RIO SCENARIUM & SANTOS SCENARIUM  5~15 MIN DE CARRO)* Pegamos a Av. Mem de Sá sentido Praça Tiradentes aonde um pouco mais a frente fica localizado o nosso lazer noturno tanto o Rio Scenarium quanto o Santos Scenarium, estão localizados no mesmo Pavilhão o Pavilhão da Cultura. *Coloquei apenas os Dois pontos pela lógica do roteiro, a feirinha em Copacabana acaba ficando muito longe.

PONTOS A SEREM VISITADOS

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O Aeroporto Santos Dumont é um aeroporto central localizado bem no centro financeiro da cidade do Rio de Janeiro. Construído na década de 30 sobre um aterro à beira da Baía de Guanabara, o Santos Dumont foi o primeiro aeroporto civil inaugurado no Brasil. Atualmente, é o segundo aeroporto mais movimentado do estado do Rio de Janeiro depois do Aeroporto Internacional do Galeão e também é um dos mais movimentados do Brasil, ocupando a sétima colocação em 2014.

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enseada de Botafogo e ao fundo o pão de açúcar

O Pão de Açúcar é um complexo de morros localizado no bairro da Urca e composto pelo morro do Pão de Açúcar (que dá nome ao complexo), morro da Urca e morro da Babilônia. Junto com a estátua do Cristo Redentor é o maior cartão-postal da cidade do Rio de Janeiro e um dos mais famosos do Brasil. Pelas características únicas, margeado pelas águas da baía de Guanabara, constitui-se em uma referência turística internacional para a cidade.

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Praia de Copacabana localiza-se no bairro de Copacabana, na Zona Sul da cidade do Rio de Janeiro, no Brasil. Considerada uma das praias mais famosas do mundo, é carinhosamente apelidada pela população de “Princesinha do Mar”.

Limitada pela Avenida Atlântica, as suas areias são sede de grandiosos eventos, como campeonatos mundiais de futebol de areia, campeonatos mundiais de vôlei, shows de até 1 000 000 de pessoas (como o dos Rolling Stones em 18 de fevereiro de 2006).

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A praia de Ipanema localiza-se no bairro de Ipanema, na zona Sul da cidade do Rio de Janeiro, no Brasil. Ela tem 2,6 km de extensão e fica perto do bairro Leblon que é um complemento dela. Uma das praias mais famosas da cidade, perde em popularidade apenas para a praia de Copacabana, onde é realizado todos os anos o reveillon da cidade, a praia de Ipanema inspirou o compositor Vinícius de Moraes quando lançou a canção Garota de Ipanema, da qual Tom Jobim foi responsável pela melodia.

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A Praia do Leblon localiza-se na cidade de Rio de Janeiro, no estado brasileiro do Rio de Janeiro.

Praia com 1,3 km de comprimento, é continuação da Praia de Ipanema, começando no Jardim de Alá e indo até os penhascos da Av. Niemeyer. Ali existe o Mirante do Leblon (oficialmente rebatizado de Mirante Hans Stern pelo prefeito Cesar Maia), de onde se pode apreciar toda a avenida costeira (av. Delfim Moreira), as praias do Leblon e de Ipanema e a Pedra do Arpoador <3.

Lagoa Rodrigo de Freitas 1884
Lagoa Rodrigo de Freitas 1884
Dias de hoje na Lagoa
Dias de hoje na Lagoa

Rodrigo de Freitas é uma lagoa localizada na Zona Sul da cidade do Rio de Janeiro, no Brasil1 .Inicialmente habitada pelos índios Tamoios, que a denominavam Piraguá (que significa “enseada de peixe”, pela junção de pirá, peixe e kûá, enseada) ou Sacopenapã (caminho dos socós), com a chegada do colonizador português, o governador e capitão-geral da Capitania do Rio de Janeiro, António Salema (1575-1578), pretendeu instalar um engenho de açúcar nas margens da lagoa. Para livrar-se da presença indesejável dos indígenas, recorreu ao estratagema de fazer espalhar roupas anteriormente utilizadas por doentes de varíola às margens da lagoa, vindo assim a exterminá-los. Iniciou-se, então, o plantio de cana-de-açúcar e a montagem do Engenho d’El-Rey, onde atualmente funciona o Centro de Recepção aos Visitantes do Jardim Botânico do Rio de Janeiro

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O Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro1 , ou apenas Jardim Botânico do Rio de Janeiro , é um instituto de pesquisas e jardim botânico localizado no bairro do Jardim Botânico, na zona sul do município do Rio de Janeiro, no Brasil.

Uma das mais belas e bem preservadas áreas verdes da cidade, é um exemplo da diversidade da flora brasileira e estrangeira. Nele podem ser observadas cerca de 6 500 espécies (algumas ameaçadas de extinção), distribuídas por uma área de 54 hectares, ao ar livre e em estufas.

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O Cristo Redentor é uma estátua que retrata Jesus Cristo, localizada no bairro de Santa Teresa, na cidade do Rio de Janeiro, Brasil. Em 2007 foi eleito uma das novas sete maravilhas do mundo.

O monumento foi concebido pelo engenheiro brasileiro Heitor da Silva Costa e construído em colaboração com o escultor francês Paul Landowski e o engenheiro francês Albert Caquot, entre 1922 e 1931. Foi inaugurada no dia 12 de outubro de 1931, dia de Nossa Senhora Aparecida.

A estátua situa-se no topo do morro do Corcovado, a 709 metros acima do nível do mar, no Parque Nacional da Tijuca, com vista para a cidade. Um símbolo do cristianismo brasileiro, a estátua se tornou um ícone do Rio de Janeiro e do Brasil.2 Em uma pesquisa realizada pela revista América Economia, no ano de 2011, o Cristo Redentor foi considerado por 23,5% dos entrevistados como o maior símbolo da América Latina. A pesquisa foi feita pela internet e reuniu a opinião de 1 734 executivos de todos os países da região.

o maior do mundo !   Templo do Futebol !  Casa da Maior Torcida do Brasil !
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 Templo do Futebol !
                                                                                                                                                                       Casa da Maior Torcida do Brasil !

Estádio Jornalista Mário Filho, mais conhecido como Maracanã, o popular Maraca (“semelhante a um chocalho” em tupi-guarani, devido ao som de pássaros que viviam por ali ), é um estádio de futebol localizado no Rio de Janeiro e inaugurado em 1950, tendo sido utilizado na Copa do Mundo de Futebol daquele ano.

Desde então, o Maracanã foi palco de grandes momentos do futebol brasileiro e mundial, como o milésimo gol de Pelé, finais do Campeonato Brasileiro, Carioca de Futebol, Taça Libertadores da América e do primeiro Campeonato Mundial de Clubes da FIFA, além de competições internacionais e partidas da Seleção Brasileira.

“Coisa mais linda é ver o maraca pintado de Vermelho e Preto”

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A Passarela Professor Darcy Ribeiro, popularmente conhecida como Sambódromo , localiza-se na Avenida Marquês de Sapucaí, nos bairros Centro e Cidade Nova, no município do Rio de Janeiro, no Brasil. A maior parte da passarela situa-se no Centro, porém a sua porção final, após a Avenida Salvador de Sá, pertence ao bairro Cidade Nova.

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O Aqueduto da Carioca, popularmente conhecido como os Arcos da Lapa, localiza-se na região da Lapa, no Centro da cidade do Rio de Janeiro, no Brasil.

Considerada como a obra arquitetônica de maior porte empreendida no Brasil durante o período colonial, é hoje um dos cartões postais da cidade, símbolo mais representativo do Rio Antigo preservado na região boêmia da Lapa.

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A Cinelândia é o nome popular da região do entorno da Praça Floriano, no centro da cidade do Rio de Janeiro, no Brasil, englobando a área desde a Avenida Rio Branco até a Rua Senador Dantas, e da Evaristo da Veiga até a Praça Mahatma Gandhi, onde outrora ficava o Palácio Monroe.A Praça Floriano localiza-se num largo aberto durante as obras de construção da Avenida Central (atual Avenida Rio Branco). Ocupa parte do terreno do antigo Convento da Ajuda, construído no século XVIII e demolido na primeira década do século XX.A ideia de transformar a nova praça, cercada pelos prédios da Biblioteca Nacional, da Câmara Municipal (Palácio Pedro Ernesto), do antigo Supremo Tribunal Federal, do Palácio Monroe e do Theatro Municipal numa versão brasileira da Times Square veio do empresário Francisco Serrador, um espanhol radicado no Brasil e proprietário de cassinos, cinemas, teatros e hotéis.O nome Cinelândia popularizou-se a partir dos anos 30. Dezenas de teatros, boates, bares e restaurantes instalaram-se na região, tornando-a referência em matéria de diversão popular.

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.O Largo da Carioca é um logradouro público situado no Centro da cidade do Rio de Janeiro, no Brasil. É um local amplo com circulação intensa de trabalhadores, palco de artistas populares e vendedores ambulantes com os mais diversos serviços e produtos. É considerado, por muitos, o “coração” do Centro do Rio de Janeiro.Às margens da lagoa, foi construída, em 1592, uma pequena ermida pelos freis franciscanos. Em junho de 1608, foi iniciada a construção do Convento de Santo Antônio e, em 1615, foi inaugurada uma parte do Convento e a Igreja de Santo Antônio. Para drenar a lagoa, os franciscanos abriram uma vala. O trajeto da vala deu origem à Rua da Vala, atual Rua Uruguaiana.

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A Igreja de Nossa Senhora da Candelária é um templo católico localizado no Centro da cidade do Rio de Janeiro, no Brasil. É um dos principais monumentos religiosos da cidade, tradicional palco de casamentos da sociedade carioca.

A igreja teve seu nome associado a dois eventos marcantes da segunda metade do século XX: o Comício da Candelária no movimento das Diretas Já e a Chacina da Candelária, um massacre de moradores de rua ocorrido nas proximidades da igreja na madrugada de 23 de julho de 1993 e que teve repercussão internacional.

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O Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) é uma rede de espaços culturais geridas e mantidas pelo Banco do Brasil, com o objetivo de disseminar a cultura pela população. Atualmente, encontra-se instalado em quatro capitais brasileiras: Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte e Brasília.

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O Arco do Teles localiza-se na praça 15 de Novembro, no Centro da cidade do Rio de Janeiro, no Brasil, marco arquitetônico na história da cidade, é o que resta da antiga residência da família Teles de Menezes. Dá acesso à Travessa do Comércio.

A sua construção é datada do século XVIII, para comunicar a antiga praça do Carmo (atual praça 15 de Novembro) e a rua da Cruz (atual rua do Ouvidor). O nome pelo qual é conhecido deve a sua origem aos Teles de Meneses, proprietários de prédios no local. Em 1790 um incêndio destruiu a maior parte da casa dos Teles de Meneses, restando apenas a parte que hoje constitui o Arco do Teles.

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A Praça Quinze de Novembro, também conhecida como Praça XV de Novembro, é uma praça situada no Centro do município do Rio de Janeiro, no estado do Rio de Janeiro, no Brasil. Em seus arredores, se situam a estação da Barcas S/A, a Rua 1º de Março, o Arco do Teles, o Palácio Tiradentes, o Paço Imperial e a Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro.

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No dia 2 de julho de 2012, o Grupo CCR assumiu o controle acionário da concessionária Barcas S/A, adquirindo 80% das ações da empresa. Com a chegada da CCR, um dos maiores grupos privados de concessões de infraestrutura da América Latina, a concessionária passa a se chamar CCR Barcas, marcando o início de uma nova fase para esse transporte de massa que tem 177 anos de existência.

“Acho muito gostoso o passeio de barca”

1024px-Baía_de_Guanabara_vista_do_alto_do_CorcovadoA baía de Guanabara localiza-se no estado do Rio de Janeiro, no Brasil, constitui a segunda maior baía, em extensão, do litoral brasileiro, com uma área de aproximadamente 380 km², considerando-se a sua barra como uma linha imaginária que se estende da ponta de Copacabana até à ponta de Itaipu, esta sofre um estreitamento entre a ponta da Fortaleza de São João, na cidade do Rio de Janeiro, e a ponta da Fortaleza de Santa Cruz, na de Niterói, com uma largura aproximada de 1.600 metros. Relativamente a meio dessa passagem, ergue-se uma laje rochosa (ilha da Laje), utilizada desde os colonizadores como ponto de apoio à defesa da barra, o atual Forte Tamandaré (antigo Forte da Laje).

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O Museu Histórico Nacional localiza-se na Praça Marechal Âncora, no centro histórico da cidade do Rio de Janeiro (RJ), no Brasil, possui um vasto acervo constituído por mais de 287 mil peças sob a guarda do Ministério da Cultura, tais como documentos, imagens, moedas, selos, móveis, armas, esculturas, pratarias etc., utilizados no estudo, preservação e divulgação da História do Brasil.

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a “Escadaria do Convento de Santa Teresa“, também conhecida como “Escadaria do Selarón”, que liga a Rua Joaquim Silva, no bairro da Lapa, à Ladeira de Santa Teresa, no bairro de Santa Teresa, obra do Jorge Selarón.

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O Hotel Villa Rica fica perto de tudo o que você necessita quando está em viagem de negócios ou em férias.Localizado no charmoso bairro da Lapa, reduto da boemia e mais novo point da noite carioca, surge um novo conceito em hotel, para quem deseja o melhor em atendimento! ( palavras do Hotel )

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Rio scenarium é um espaço privilegiado do samba, da MPB, do choro, do forró e da gafieira na noite carioca, o Rio Scenarium reforça o processo de revitalização cultural do Centro Histórico do Rio Antigo.

O ”Pavilhão da Cultura”, como é denominado, recebe, só nos finais de semana, cerca de duas mil pessoas nos três andares e no salão anexo.

 referências : Wikipedia, imagens retiradas em sites de pesquisas na internet.

Explorando Jundiaí

Eaaae Galeraa !  Estão tranquilo e calmo ? haha Primeiramente boa noite , em segundo venho me explicar o motivo da demora pra postar a visita técnica de Jundiaí guia por mim e meus amigos , Diana , Luciano e Rosana  no dia 13/06 , é pessoal BAASTAAANTE tempo atrás , mas que por problemas de tempo e de afazeres , não pude colocar , porem esta ai minha  primeira aventura como Guia de Turismo Chegada as 8:00 ao Ponto de Partida o SENAC JUNDIAÍ , já com aquele frio na barriga por ser meu primeiro guiamento e eu ter apenas a parte teórica na cabeça , confesso a vocês não foi nada legal o que eu senti quando tudo começou , sim claro estava calmo mas a parte teórica que eu pensei que seria o suficiente para dar ao meus passageiros uma viagem gostosa por Jundiaí , não era nem o  um pouco suficiente , naquela hora eu descobri que quando você assume a responsabilidade de guiar um grupo e como você se transformasse ou incorporasse outra pessoa e isso só vim me tocar nas seguintes viagens , mas vamos la galera As 08:15 saímos do Senac para irmos ao centro histórico da cidade, já na ida o publico não reagiu como pensávamos os passageiros não estava muuito ” acordado ” eu diria , com a guia Rosana no controle chegamos ao Centro Historico , lembram quando eu falei que quando você é guia você incorpora outra pessoa ? ENTÃÃÃO, logo cedo em volta de 07:30 08:00 hrs eu e meu parceiro Luciano, já estávamos nos preparando para o primeiro desafio fazer um teatro de Rafael e Petronilia na chegada à Praça do antigo exercito da cidade ( hoje em dia um estacionamento) , em si foi uma descontração para o grupo que se soltou um pouco mais depois de boas risadas de mim e do japa . IMG-20150615-WA0002

Ponto de chegada em Jundiaí
Ponto de chegada em Jundiaí

As 08:30 chegamos no nosso primeiro ponto , A igreja matriz da cidade a Catedral nossa senhora do desterro, aonde uma senhorinha apareceu para virar o personagem da nossa manha, um pouco entrometida, deixou nossa amiga rô sem graça, mas isso acontece nas melhoras famílias. IMG-20150615-WA0004 As 09:00 chegamos ao Museu do barão aonde tivemos um desabafo da monitora que nos recebeu, mas quando falou sobre o museu falou super bem 89156756 Após a saída do museu demos uma passada de ônibus na frente de pontos importantes de jundiaí como a ponte torta, o teatro pollytheama, pinacoteca entre outros , depois de passar pela ponte torta nosso destino foi direto a fazenda de café na estrada de itatiba por volta de 10:30 da manha com permanência até o almoço, lá tivemos um monitor fantástico que nos surpreendeu com suas explicações e suas dicas fez o tour pela fazenda que no minimo era 2 hrs em 1hr, ele foi fantástico IMG-20150615-WA0005 Após o almoço no taverna, umas 14hrs retornaremos ao ônibus para novo destino, a região do Caxambu, onde podemos verificar a instalação das famílias italianas na região rural, conhecendo o Museu do Vinho e Vinícola do Maziero. IMG-20150603-WA0017 IMG-20150615-WA0019 Depois de explorar jundiaí de ponta a ponta pela a historia chegamos aos dias de hoje, para apenas mostrar e falar um pouco sobre o parque da cidade e conhecer melhor o Sesc Jundiaí para fechar com chave de ouro o nosso roteiro . IMG_20150509_125813922 e esse foi o dia em jundiaí , um roteiro tranquilo aonde faz valer o nome, pelo fato de explorar a cidade desde a sua origem ate os tempos de hoje. É ISSO GALIROUS, ESPERO QUE TENHAM GOSTADO 😀 ATÉ A PRÓXIMA.

Fortaleza de Santa Cruz da Barra

A Fortaleza de Santa Cruz é o segundo ponto turístico mais visitado de Niteroi. Com arquitetura impressionante, atrai turistas e pesquisadores em busca de lazer e história.

Com arquitetura imponente, a Fortaleza de Santa Cruz, localizada no município de Niterói, foi durante os períodos de colônia e império brasileiro a principal estrutura defensiva da Baía de Guanabara e do Porto do Rio de Janeiro.

Guarnecida até os dias de hoje, a Fortaleza atrai uma média de dois mil visitantes por mês, em visitas guiadas, de hora em hora, com a duração de cerca de 45 minutos. Atualmente, é a sede da Artilharia Divisionária da 1ª Divisão de Exército.

Em 1555, Villegaignon improvisou uma fortificação para a defesa da entrada da Baía de Guanabara. Tomada por Mem de Sá dois anos mais tarde, foi ampliada, recebendo o nome de N. Sra. Da Guia , origem da fortaleza de Santa Cruz. Com uma área construída de 7.153 m2 , passou por reformas e teve seu poder de fogo ampliado por ordem do Vice-Rei Conde de Cunha, visando a proteger o embarque de ouro de Minas Gerais, feito no Porto do Rio de Janeiro.

A Fortaleza de Santa Cruz participou de momentos importantes de nossa história, impedindo invasões francesas e holandesas. Enquanto presídio, recebeu figuras ilustres como José Bonifácio, Bento Gonçalves e Euclides da Cunha.

Durante a revolta da armada, lutou contra o Forte de Villegaignon. Em 1922, na Revolta Tenentista, disparou contra o Forte Copacabana. Seu último disparo, contra o cruzador Tamandaré, foi dado em 1955.

  • Armadas de canhões ( usados para explicações do monitor )

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  • Capela na entrada do local

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  • Farol

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  • Celas antigas aonde ficavam os prisioneiros

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  • Fortaleza aonde foi preservada e hoje encontra-se o salão de pedra no local

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os itens acima , são os itens que torna o local um local antigo e histórico junto a claro a sua propria historia.

Serviço:
Estrada Gen Eurico Gaspar Dutra, s/n – Jurujuba Niterói
Funcionamento: das 09:00 às 16:00h Menores de 12 e maiores de 64 anos não pagam
Tel(s).: (21) 2710-7840 ou 2711-0462 – r. 36
A Fortaleza oferece visitas guiadas, dispõe de restaurante e loja de souvenirs.
email.: 8gacosm@bol.com.br

link da pesquisa : http://www.funceb.org.br/espacocultural.asp?materia=265

São Paulo Antiga – Açucar União

antiga fachada do prédio
                           antiga fachada do prédio

Localizado na rua Borges de Figueiredo no bairro da Mooca, o antigo prédio da Refino de Açúcar União hoje encontra-se abandonado e parcialmente destruído. Seu futuro segue indefinido e repleto de incertezas. Em um dos edifícios que compõe o antigo complexo industrial, nota-se que o teto desabou ou foi removido. Na imagem acima, vemos que o logotipo do Açúcar União foi removido, mas as marcas ficaram e são um registro quase arqueológico do que antes foi o local.

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Desde a vinda dos imigrantes italianos, no século XIX, a Mooca ficou caracterizada pela forte industrialização que ocorreu. Além disso, durante esse período, o bairro teve uma grande importância econômica, devido às indústrias têxteis e a de outros setores, como a de refinados, mais especificamente a Companhia União dos Refinadores.

Em 1886, Domenico Puglisi Carbone (Itália) resolve mandar seus filhos Nicola e Giuseppe para o Brasil com a missão de abrir uma representação comercial para vender o vinho que ele (o velho Domenico) produzia. O começo foi difícil, pois tiveram que enfrentar a concorrência dos donos do mercado de vinho no Brasil: os portugueses e franceses. Mas em 1888, os irmãos ao criarem a companhia Puglisi, tiveram sorte: uma crise na Argentina trouxe muitos italianos para o Brasil, e já habituados ao vinho Italiano.

Dessa época até 1910, com o progresso da empresa e a visão empreendedora que possuíam, resolveram diversificar suas atividades. Pensaram em desenvolver o comércio de açúcar, porém observaram que havia uma concorrência suicida no mercado de açúcar entre as pequenas refinarias. A solução que encontraram para isso acontecer de uma maneira que o comércio fosse mais lucrativo e garantir produtos com uma qualidade superior ao mercado, conquistando uma clientela mais fiel, foi convencer os pequenos refinadores de São Paulo, a deixarem a rivalidade e a concorrência de lado e se unirem para formar uma única empresa. Como consequência, em 1910 surgiu a Companhia União dos Refinadores. Não tardou para que a estratégia se mostrasse acertada e diante da popularização do café, eles o incorporaram à razão social, que mudou para Companhia União dos Refinadores – Açúcar e Café.

Ao longo desses 104 anos de existência, a União passou pela Copersucar (Cooperativa de Produtores de Cana, Açúcar e Álcool do Estado de São Paulo); pela NovAmérica; pela Cosan; e, em 2012, foi adquirida pela empresa Camil.