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V.T. CURITIBA 26 – 27 DE SETEMBRO.

a ultima visita técnica não poderia ser em outro lugar né galera, estou APAIXONADO por Curitiba, ôo cidade linda que é Curitiba, organização sensacional, de outro mundo !

Local de Saída e Retorno: SENAC Jundiaí

MAPA TURÍSTICO DA CIDADE

MAPA


 


Jardim Botânico


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Seu principal cartão-postal é o Jardim Botânico, visita obrigatória para aqueles que passeiam pela cidade pela primeira vez. Mais de cinquenta espécies de plantas e flores são encontradas em meio a uma suntuosa construção em vidro e metal que embeleza ainda mais esse jardim geométrico composto também por esculturas e trilhas.


Largo da Ordem

Desde que começou a existir, o Largo da Ordem  sofreu inúmeras modificações. Além das construções seculares nele existentes, preservadas quase fora de tempo – por isso deverá já ter bebedouro para animais localizado bem no meio da praça. Não é porém tão antigo quanto possa parecer, nem tão moderno quanto sua manutenção pretenda escamotear. Em 1900 inexistia o pitoresco bebedouro. O que havia no Largo eram os bondes puxados a burro, cuja linha procedia da Rua Assunguy (Mateus Leme), do ponto de cruzamento desta com a Rua Serrito (Carlos Cavalcanti). Depois e atravessar o Largo e a Praça Osório em duas partes quase iguais, pois subia a Comendador Araújo demandando o Batel, considerado na época o arrabalde mais próximo do centro da cidade: um quilometro.

  • Museu Paranaense

Fundado em 25 de setembro de 1876, o Museu Paranaense é a primeira grande instituição histórica do Estado e terceira do Brasil. Está em sua sede definitiva no Palácio São Francisco, que ocupa uma área de 4.700 m², na cidade de Curitiba, capital do Paraná.

Além das salas de exposições históricas do acervo, o Museu possui salas de mostras temporárias organizadas dentro de temáticas com contexto histórico e social. Possui biblioteca, auditório, laboratórios, salas para cursos e “loja cultural”. Realiza sistematicamente cursos, palestras, oficinas e apresentações artísticas. Desenvolve projetos culturais voltados a vários segmentos sociais como: idosos, estudantes, professores e outros.

Anexo ao Museu há o “Pavilhão da História do Paraná”, onde uma linha do tempo proporciona ao visitante a visão cronológica da história do Paraná, desde a pré-história até o início do século XX, com a chegada dos imigrantes. Ali são abordados aspectos como: achados arqueológicos, os indígenas, as reduções jesuíticas, o tropeirismo, a religião, o povoamento do litoral, primeiro e segundo impérios, o Ciclo do Mate, numismática, a emancipação política do Paraná, o povoamento de Curitiba, as artes, a educação, a Guerra do Paraguai, a Revolução Federalista, o Contestado e a imigração. São objetos, armas, adornos, cuidadosamente dispostos para proporcionar uma belíssima visão da história do Paraná. O visitante tem ainda a oportunidade de apreciar obras de arte de renomados artistas paranaenses, entre eles Alfredo Andersen, Arthur Nísio, Theodoro de Bona e João Turin.

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Funcionamento – de terça a sexta-feira das 9h às 18h. Sábado, domingo e feriado das 10h às 16h


  • Mesquita de Curitiba

Em poucos metros caminhando pelo Centro Histórico é possível contemplar a diversidade religiosa da região. Destaque para as Igrejas da Ordem; Rosário; e Presbiteriana; Templo Hare Krishna; Catedral; entre outras. Uma das mais visitadas e apreciadas é a Mesquita Imam Ali ibn Abi Talib – ou Mesquita de Curitiba.

Inaugurado em 1972, o local surgiu da necessidade da comunidade árabe na capital paranaense em ter um espaço sagrado para as orações. O período construtivo durou dois anos e teve projeto arquitetônico de Kamal David Curi (cristão de origem árabe). A estrutura conta com uma cúpula central – ladeada por duas torres denominadas minaretes e orientadas em direção à cidade sagrada de Meca. No interior há escritórios; biblioteca; anfiteatro; e decoração produzida através de doações realizadas pela comunidade muçulmana e empresários árabes da região.

As visitas em maior número acontecem aos domingos das 10h às 13h30. Há algumas recomendações como a entrada sem calçados e o uso do véu no caso das mulheres. A Mesquita de Curitiba disponibiliza o objeto caso o visitante não possua. Um dos destaques é que o local concilia o ambiente entre os frequentadores das vertentes sunita e xiita.

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  • Igreja de Nossa Senhora do Rosário e São Benedito

    Consta como sendo a segunda igreja de Curitiba, construída por escravos em 1737. Era a igreja dos pretos de São Benedito. Com a abolição da escravatura, perdeu sua razão de ser, só sendo conservada por estar localizada junto ao caminho do cemitério. Passou a ser chamada a igreja dos mortos, onde os defuntos eram encomendados. Durante a construção da atual catedral de Curitiba, serviu de matriz (1875-1893). Seu estilo era originariamente colonial. Em 1931 foi demolida dado o seu péssimo estado de conservação. Em 1946, a nova Igreja do Rosário foi inaugurada. Em estilo barroco tardio, tem a fachada em azulejos, originais da antiga capela. Enfeitam suas paredes os passos da Paixão em azulejaria recente, em estilo português. Em sua entrada está o túmulo do Monsenhor Celso, pároco da cidade e cura da Catedral por 21 anos, falecido em 1931. Aos domingos às 8h é celebrada a Missa do Turista e Feirantes.

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Atendimento sexta, 17h. Sábado, 16h e 17h. Domingo, 8h, 9h, 11h e 17h


  • Memorial de Curitiba

Com um projeto arquitetônico moderno e ousado, assinado por Fernando Popp e Valéria Bechara, o Memorial de Curitiba dispõe de três salas de exposições, um auditório e uma praça interna para eventos. Nesses espaços, o público tem oportunidade de estar em contato com a arte e a cultura, por meio de apresentações cênicas e musicais de diferentes gêneros, seminários, palestras, oficinas, congressos, lançamentos de livros, dentre outros eventos realizados periodicamente.
Espaço cultural para mostras e eventos alusivos à memória da cidade de Curitiba.

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Abertura de 3ª a 6ª feira das 9h às 12h e 14h às 18h


  • Casa Romário Martins

   Último exemplar da arquitetura colonial portuguesa, passou a ter essa denominação após sua restauração, numa homenagem ao historiador Alfredo Romário Martins. A casa deixou de ser moradia no início do século e manteve atividades comerciais até sua desapropriação em 1970, pela Prefeitura Municipal de Curitiba. Inaugurada como espaço cultural em dezembro de 1973, a Casa Romário Martins divulga e promove exposições históricas de responsabilidade da Diretoria de Patrimônio Cultural da Fundação Cultural de Curitiba. A área de exposições é de 34,04m2.

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Horário: 9h às 12h e 14h às 18h


  • Casa Vermelha

    A Casa Vermelha foi construída no final do século XIX, encomendada pelo alemão Wilhelm Peters. Na época, a região era conhecida como Páteo de São Francisco das Chagas e tinha como principais construções a Igreja da Ordem, o bebedouro e a Casa Romário Martins.

    Nas primeiras décadas do século XX foi sede da “Burmester, Thon e Companhia” e da União Comercial. Em 1916 passou a ser conhecida como “Casa Vermelha”, quando era propriedade de Eurico Fonseca dos Santos e seus sócios – no ano seguinte, a região passou a ser chamada de “Largo Coronel Enéas”, nome que se mantém até hoje.

     Em sua história, a Casa Vermelha foi tradicionalmente sede de empresas e comércios ligados ao ramo das ferragens e/ou residência. Em um dos apartamentos do balcão, por exemplo, viveu o maestro Luis Eulógio Zilli, autor do hino a Nossa Senhora da Luz dos Pinhais.

     No ano de 1993 a casa passou a ser um espaço da Fundação Cultural de Curitiba, integrado ao Memorial de Curitiba – que foi fundado em 1996. Lá eram realizadas apresentações teatrais, principalmente ligadas ao Festival de Curitiba, mas em boa parte do tempo a casa se mantinha fechada. Em 2014, após uma reforma, passou a fazer parte do Schwarzwald Bar do Alemão, um dos comércios mais tradicionais da região.

   

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  • Igreja da Ordem Terceira de São Francisco das Chagas e Museu de Arte Sacra

   Construída em 1737, é a mais antiga de Curitiba. Seu nome original era Nossa Senhora do Terço, só mudado com o surgimento da Ordem de São Francisco em Curitiba, em 1746. Em anexo foi construído, em 1752, um convento que funcionou até 1783, dirigido por religiosos franciscanos. Em 1834/35 desabou o vigamento da Igreja, e apesar da reconstrução da parte desmoronada, continuou em péssimas condições e, mesmo assim com a chegada dos colonos poloneses, serviu-lhes de paróquia. Em 1880, com a visita do imperador D. Pedro II, foi promovida a restauração definitiva da igreja. A torre foi concluída em 1883 e os sinos doados pelos senhores da erva-mate. A partir de então, tornou-se sede da vida espiritual dos alemães, sendo os ofícios celebrados no idioma alemão até 1937. Estas reformas destituíram suas características arquitetônicas, originariamente coloniais, dando-lhe características indefinidas, com a torre lembrando o estilo mourisco segundo alguns ou neo-góticos, segundo outros, seu interior é colonial, apresentando um altar-mor folheado a ouro, talha barroca de princípios do século XVIII. A imagem de Cristo possui cabelos e os olhos são de vidro, numa expressão típica barroca. Foi tombada em 1965 e novamente restaurada no período de 1978/80, dentro de uma filosofia conservadora, marcando a autenticidade de nossa paisagem histórica. Anexo à igreja está o Museu de Arte Sacra, edifício que reúne alfaias resgatadas das quatro antigas igrejas da cidade, isto é, da Matriz de Nossa Senhora da Luz e Bom Jesus dos Pinhais, Nossa Senhora do Rosário dos Pretos de São Benedito, São Francisco de Paula e da própria Igreja da Ordem. O museu foi viabilizado em 1981 e compreende as duas salas de alfaias, a Capela do Encontro, a Capela Papal e a nave da igreja. Ambos, museu e igreja, estão no Largo da Ordem.

Foi inaugurado em 12 de maio de 1981 e teve o acervo inicial recolhido pelos Arcebispos Dom Manuel Silveira D’Elboux e Dom Pedro Fedalto. Atualmente, o Museu de Arte Sacra também oferece um espaço para exposições itinerantes relacionadas ao contexto religioso.

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Praça Garibaldi 

Antes de ser inaugurada, em 1946, com o nome de Praça Garibaldi, sua denominação primeira foi Praça Dr. Faria Sobrinho e, mais tarde Praça do Rosário. Está no Setor Histórico de Curitiba e abriga construções e monumentos que contam a historia da cidade. Exemplo disso é o Palacete Wolf, a Igreja do Rosário, a Sociedade Garibaldi, em estilo neo-clássico, a Igreja Presbiteriana Independente, um projeto do engenheiro Henrique Estrela Moreira de 1931, também em estilo neo-clássico, com decoração alemã no seu interior e a antiga “Mansão de Nhá França” construída em 1890 por Ignácio de Paula França e hoje transformada no Solar do Rosário.

O busto de Monsenhor Celso, o Relógio das Flores, a Fonte da Memória, as Galerias de Arte e as Lojas de Antiguidades e de Artesanato completam o conjunto de estruturas ali existentes. Aos domingos acontece nesta praça a Feira de Arte e Artesanato, com antiguidades, esculturas, talhas em madeiras e cerâmica, vidro, couro, metal e outros, além de apresentações musicais e barracas com gastronomia típica.

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Praça Tiradentes e Catedral Basílica Menor de Curitiba

A Praça Tiradentes dominada pela Catedral Basílica Menor de Nossa Senhora da Luz é a mais antiga praça da cidade denominada com este nome em 1889, sendo o lugar onde oficialmente a cidade nasceu em 29 de março de 1693. A praça possui muitas árvores, bustos de personalidades (como Tiradentes), o marco zero da capital paranaense (que aponta as direções e distâncias de Curitiba para Paranaguá, Santa Catarina e São Paulo), e um monólito que representa um pelourinho que ali existia.

No início de 1994, foi reformada com o objetivo de alterar o tráfego do anel central, além de servir como terminal de algumas linhas de ônibus urbanos, além de servir como ponto de partida da Linha Turismo. Em 2008 durante obras de revitalização foram encontradas calçamentos de cunho arqueológico, objetos dos primeiros moradores da capital, como: ferraduras, facas, moedas, botões e louças datados da metade do século XIX. Após esta grande reforma, a praça ganhou cerca de 30 bancos de madeira para curtir a natureza, ler ou simplesmente apreciar o movimento e um projeto para dar visibilidade aos achados.

No meio da praça, onde foi encontrada a calçada histórica mais importante, foi feito um trecho de 119 metros quadrados de piso de vidro laminado , e uma iluminação especial foi instalada dentro do vidro para destacar a calçada. Local muito bonito é uma das únicas praças que são boas para ser observadas durante a noite. A segurança é feita pela Guarda Municipal, porém é sempre bom estar atento a qualquer pessoa suspeita, principalmente durante a noite.


A Catedral Basílica Menor de Nossa Senhora da Luz de Curitiba fica na Praça Tiradentes. É um dos mais importantes patrimônios culturais da Cidade. Construída de 1876 a 1893, em estilo neogótico, segundo o projeto do arquiteto francês Alphone de Plas. Ocupa o mesmo local da antiga matriz do século 17, bem como o da sua sucessora, construída em 1720.

Até 1892, a paróquia de Curitiba estava subordinada à Sé Primacial da Bahia. A antiga Igreja Matriz foi elevada à categoria de Catedral, em 27 de abril de 1892, com a criação da Diocese de Curitiba, pela bula Ad universas orbis ecclesias, do papa Leão XIII. A Diocese foi instituída em 30 de setembro de 1894, com a posse do primeiro bispo dom José de Camargo Barros. Em 10 de maio de 1926, foi elevada à categoria de Arquidiocese. Historia Curitiba Cultura em Curitiba.

Como suas antecessoras, a Catedral é dedicada e abriga a imagem de Nossa Senhora da Luz dos Pinhais, Padroeira de Curitiba. É Catedral Basílica Menor desde 8 de setembro de 1993, quando completou 100 anos.

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Santuário de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro

Inaugurada em 1969, o santuário é a ampliação da antiga igreja católica da “Capela da Glória”, fundada em 1960, no mesmo local onde se encontra o santuário. Os Missionários Redentoristas, juntamente com o padre Egídio Gardiner, resolveram ampliar o espaço físico da antiga capela, em virtude da grande concentração das pessoas, mas missas e novenas.

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Rua das Flores e Boca Maldita

Primeiro calçadão do Brasil, chega a ser considerado um grande shopping a céu aberto. Destaque para o trecho considerado tribuna livre, a Boca Maldita. A “Boca Maldita”, local de manifestações públicas pacíficas, é a continuação da Rua XV de Novembro entre a Rua Ébano Pereira e a Praça General Osório, denominada Av. Luiz Xavier, a menor avenida do mundo, e também palco de apresentações de Natal no prédio do Palácio da Avenida.

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é uma confraria curitibana e o termo também é associado ao local em que seus membros se encontram para discutirem os assuntos do momento.

    Boca Maldita é a denominação de um espaço, sem área determinada mas ao redor dos cafés, bancas de revista e bancos do calçadão na Avenida Luiz Xavier (Rua das Flores) no centro de Curitiba, onde se reúnem os “Cavaleiros da Boca Maldita de Curitiba”, confraria esta que disseca todos os assuntos presentes nas manchetes dos jornais do momento em uma tribuna livre de palavras e pensamentos.

O obelisco existente em frente ao hotel Braz, faz uma homenagem ao local e a confraria.

Reduto prioritariamente masculino, tribuna livre para quaisquer comentários ou críticas, a Boca Maldita surgiu em 13 de dezembro de 1956, fundada por um grupo que reunia, entre outros, o eterno presidente Anfrísio Siqueira e o jornalista Adherbal Fortes de Sá Junior. A institucionalização do espaço de conversas, no calçadão da Rua das Flores, se deu em 13 de dezembro de 1966 (data anterior ao calçadão), quando da criação dos estatutos e seu registro ocorreu em 29 de setembro de 1975.

A confraria existe para debater e criticar tudo e todos sem qualquer restrição, expressando as vontades e indignações populares. Entre seus confradesreunem-se pessoas de diversas opiniões ou setores, como artistas, profissionais liberais, políticos, esportistas e aposentados. A Boca Maldita se destaca em diversos acontecimentos históricos do estado e do país, como por exemplo, a campanha das Diretas Já, além de diversas ações de caráter filantrópico-cultural. O maior evento da “Boca” é o seu jantar de aniversário quando cerca de 40 pessoas recebem o título de “Cavaleiros da Boca Maldita”.

 


Palácio Avenida

Localizado no centro da capital paranaense, o Palácio Avenida é um dos mais importantes edifícios históricos de Curitiba. Inaugurado em 1929, foi erguido pelo imigrante e comerciante sírio-libanês Feres Merhy, com projeto arquitetônico original de Valentim Freitas, Bernardino Assumpção Oliveira e Bortolo Bergonse.

São cerca de 18 mil metros quadrados, que abrigaram cafés, como o folclórico Bar Guairacá, e o Cine Avenida, uma das primeiras salas de cinema da capital. A construção, quase que inteiramente degradada, foi recuperada e reaberta em 1991 pelo banco Bamerindus.

Atualmente, sedia a principal agência curitibana do banco HSBC. O endereço também abriga o Teatro Avenida, com capacidade para 250 espectadores. Desde 1991, é tradicionalmente realizado nas janelas do Palácio Avenida um espetáculo natalino com coral de crianças e músicas típicas.

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Universidade Federal do Paraná  e Teatro Guaíra

Centro Cultural Teatro Guaíra é uma instituição cultural com auditórios para teatro,dança e espetáculos musicais, com sede na cidade de Curitiba, capital do estado brasileiro do Paraná. É mantido pelo governo do estado. A Orquestra Sinfônica do Paraná, a companhia de dança Balé Teatro Guaíra e o Teatro de Comédia do Paraná (TCP) são algumas das instituições mantidas pelo Centro Cultural Teatro Guaíra. O complexo arquitetônico localizado na Praça Santos Andrade garante ao Teatro Guaíra a sua classificação como um dos maiores da América Latina.

   A história do Teatro Guaíra inicia no século XIX. O imóvel situava-se no local onde hoje está o prédio da Biblioteca Pública do Paraná, na Rua Cândido Lopes, e sua abertura estava marcada para o dia 28 de setembro de 1884, com o nome de Theatro São Theodoro, em homenagem a Theodoro Ébano Pereira, fundador de Curitiba. A inauguração foi cancelada pela eclosão da Revolução Federalista, que utilizou o prédio como prisão política. Somente dezesseis anos mais tarde, em 3 de novembro de 1900, após obras de reforma, ampliação e instalação de iluminação elétrica, o teatro foi finalmente inaugurado, recebendo o nome de Theatro Guayra. As instalações foram redecoradas e ampliadas em 1915. O prefeito Aluízio França ordenou a demolição da edificação em 1937, alegando perigo de desabamento.

   Em 1948, durante o governo de Moisés Lupion, foi realizado concurso para escolher um projeto para o novo prédio do teatro. O arquiteto Rubens Meister, 26 anos na época, ficou classificado em terceiro lugar, sendo que o primeiro e segundo colocados apresentaram projetos clássicos, com estilo semelhante aos dos teatros municipais do Rio de Janeiro e de São Paulo. O governador seguinte, Bento Munhoz da Rocha, acabou optando pelo projeto de Meister, por considerá-lo mais condizente com a sua proposta de modernizar a capital. A localização foi alterada da Praça Rui Barbosa, que deixaria de existir para abrigar o prédio, para uma área maior, de um quarteirão inteiro, situada em uma das faces da Praça Santos Andrade. Sendo assim, o projeto inicial pôde ser ampliado, formando um complexo arquitetônico com três auditórios e todas as dependências necessárias para a produção de peças e espetáculos, com salas de ensaios, ateliê de costura e oficina cenográfica, entre outras dependências.

   As obras tiveram início em 1952. O “Auditório Salvador de Ferrante”, de tamanho médio, conhecido como Guairinha, foi inaugurado em 19 de dezembro de1954, com a presença do Presidente da República Café Filho. A primeira peça apresentada no auditório foi “Vivendo em Pecado”, de Terence Rattigan, da companhia Dulcina, em 25 de fevereiro de 1955.

Com a Lei Estadual n° 73 de 7 de novembro de 1955 o pequeno auditório do Teatro Guaira passou a ser denominado de “Auditório Salvador de Ferrante”em homenagem a Salvador Ferdinando de Ferrante, teatrólogo pioneiro em Curitiba e fundador da Sociedade Teatral Renascença.

As obras do grande auditório seguiram lentamente durante dezesseis anos. Em 25 de abril de 1970, quando a inauguração estava próxima, um incêndio causou graves danos ao prédio, que precisou de mais quatro anos para ficar pronto.

O grande auditório, também conhecido como Guairão, foi inaugurado em 12 de dezembro de 1974, recebendo o nome de “Auditório Bento Munhoz da Rocha Netto”. A peça de estréia foi “Paraná, Terra de Todas as Gentes”, de Adherbal Fortes e Paulo Vítola.

O “Auditório Glauco Flores de Sá Brito”, conhecido como o miniauditório, foi inaugurado um ano depois do grande auditório, em 1975, sendo reservado principalmente a companhias de teatro paranaenses e espetáculos experimentais e de vanguarda.

O “Teatro José Maria Santos” não faz parte do prédio principal, mas integra o patrimônio do “Centro Cultural Teatro Guaíra”. Foi inaugurado em 27 de junho de 1998.

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(UFPR) é a mais antiga instituição de ensino com concepção de universidade do Brasil, fundada em 19 de dezembro de 1912, inicialmente com o nome de Universidade do Paraná.

Atualmente as instalações da universidade estão distribuídas entre os diversos campi de Curitiba e de outras cidades do Paraná. A instituição oferta 113 cursos de graduação, 68 de mestrado, 43 de doutorado, 62 de especialização lato sensu, além de residências médicas, cursos técnicos e à distância.

A UFPR adota desde 2004 em seu vestibular um sistema de cotas próprio que reserva 20% das vagas de cada curso para estudantes oriundos de escolas públicas e 20% para alunos negros e pardos. Em 2013 passou a adotar, concomitantemente, o sistema de cotas instituído pelo governo federal, de maneira que a proporção total deve aumentar para 50% em quatro anos.

Em 1892 o intelectual paranaense José Francisco da Rocha Pombo colocaria, no Largo Ouvidor Pardinho, a pedra fundamental da Universidade do Paraná. O projeto, infelizmente, foi frustrado pelo Movimento Federalistaque impediu a criação da universidade.

Vinte anos depois, em 1912, o estado contava com um reduzido número de intelectuais (apenas nove médicos e quatro engenheiros) mas se desenvolvia muito devido a produção da erva-mate. Além disso, a Guerra do Contestado fez com que as lideranças políticas se empenhassem pela criação de uma universidade, de modo a dar uma identidade ao povo paranaense. Na esteira da Reforma Rivadávia, que retirava do Estado a obrigação de oferta de ensino e dava liberdade à iniciativa privada de criar instituições de ensino superior, entre outras medidas polêmicas, Victor Ferreira do Amaral, deputado e diretor de instrução pública do Paraná e Nilo Cairo da Silva lideraram a fundação da Universidade do Paraná.

A Universidade do Paraná, uma instituição privada de ensino superior, foi fundada em 19 de dezembro de 1912, e iniciou suas atividades em 1913, num antigo prédio da Rua Comendador Araújo, residência do ervateiro Manoel Miró. Os primeiros cursos ofertados foram os de Ciências Jurídicas e Sociais,Engenharia, Medicina e Cirurgia, Comércio, Odontologia, FarmáciaBioquímica. O primeiro aluno e primeiro funcionário foi o alagoano Oscar Joseph de Plácido e Silva. Após ter fundado a Universidade do Paraná, Victor Ferreira do Amaral, que foi também o primeiro reitor, deu início à construção do prédio central em um terreno doado pela prefeitura. Então, com a recessão econômica causada pela Primeira Guerra Mundial e com as políticas públicas do governo central vieram as primeiras dificuldades.

Em 1915, em decorrência da promulgação do Decreto 11530/1915 as regras para a criação e manutenção de universidades foram alteradas e o governo do país retomou a função de ofertar ensino em todos os níveis. Por conta das novas exigências do governo federal (a obrigatoriedade de a cidade sede de uma universidade ter mais de cem mil habitantes, por exemplo, o que não era o caso de Curitiba), a Universidade do Paraná teve que ser desmembrada em faculdades isoladas para poder continuar funcionando. A situação permaneceu assim até 1946, quando a lei foi novamente alterada e a possibilidade de criação de universidades fora do âmbito público federal voltou a figurar na lei. A recriação da Universidade do Paraná culminou, em 1951, com a “federalização” (transferência da iniciativa privada para a esfera pública). Com a transferência, a Universidade passou a se chamar Universidade Federal do Paraná, usando a sigla UFP. Nos anos 1960, a UFP foi notório palco das reformas educacionais do regime militar, devido à ascensão de Flávio Suplicy de Lacerda ao cargo de Ministro da Educação do Brasil. A reforma educacional alterou a constituição das Universidades brasileiras de modo que o governo tivesse mais controle sobre as comunidades (em especial os estudantes, mais envolvidos na luta pela derrubada do regime e pela redemocratização do país). A reforma enxugou a estrutura da UFP. As faculdades e institutos foram substituídas por setores e a sigla passou a ser UFPR, para não haver confusão com as novas universidades criadas pelo regime em outros estados.

A construção localizada na Praça Santos Andrade iniciou-se em 1913, um ano depois da fundação da Universidade. O projeto do engenheiro militar Baeta de Faria consta de apenas um bloco de cinco andares e uma cúpula central. A inauguração deu-se em 1915.

Sete anos depois, em 1923, houve a ampliação com a construção das blocos laterais, conforme o projeto original. O setor direito fica pronto em 1925 e passou a abrigar o curso de Engenharia. No ano seguinte é concluído o setor esquerdo, que recebe o curso de Odontologia.
Que daria origem após alguns anos à chamada Associação Brasileira de Odontologia (Secção Paraná ABO – PR). Novas ampliações foram realizadas no lado direito e o prédio recebeu uma nova pintura em1940.
Foram feitas mais obras estendendo o prédio no sentido da Rua XV de Novembro que ficaram prontas em 1951. Um ano depois novas obras no setor direito, obrigam a demolição de parte da fachada lateral construída em 1940.

Em 1954 o edifício passou a ocupar uma quadra inteira, entre a Praça Santos Andrade, Rua XV de Novembro, Rua Presidente Faria e Travessa Alfredo Bufren. As últimas modificações foram feitas, apóś tantas ampliações uma nova fachada com muitas colunas e uma ampla escadaria foi projetada e a cúpula coberta foi retirada. A inauguração da obra com 17 mil metros quadrados em estilo neoclássico, ocorreu em 1955.

No ano de 1999 a prefeitura de Curitiba assinou uma lei que transformou o edifício no símbolo oficial da cidade, através de uma votação popular para a escolha do símbolo.

Rua General Carneiro, 370 / 380 – Centro Curitiba – PR – CEP: 81.531-990
Telefone: (041) 3360-5288 (recepção)

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Visita a Torre da Mercês (Valor R$ 6,00)

Também conhecida como Torre da Telepar, é uma torre de telecomunicações localizada no bairro das Mercês na cidade de Curitiba, capital do estado brasileiro do Paraná.

Foi construída em 1991 pela estatal Telepar e, devido à privatização do setor de telecomunicações, já pertenceu a Brasil Telecom e pertence hoje a Oi. É a única torre de telefonia do Brasil com mirante aberto à visitação.

A torre tem 109,5 metros de altura, propiciando uma ampla visão em dias claros. Dentro dela, há um museu do telefone, e um mapa com detalhes da cidade de Curitiba.

  • Altura: 103,5m.
  • Diâmetro da seção circular: 8,0m
  • Cota do terreno/nível do mar: 940,5m
  • Altura: 95,0m
  • Diâmetro: 22,5m
  • Área útil: 329m²
  • De terça-feira a domingo, das 10h às 19h.

Funcionamento 3ª a domingo e feriados das 10h às 19h

torre

 


Parque Tingui e Memorial da Imigração Ucraniana

Encontra-se numa faixa de preservação junto ao Rio Barigui desde 1994, o nome é uma homenagem aos nativos que habitavam a região de Curitiba. Um ano mais tarde foi inaugurado o Memorial Ucraniano, a construção segue as normas da religião ortodoxa, como cúpula oitavada revestida em cobre, com as faces representando os quadrantes do entendimento humano, o altar voltado para o leste e o telhado em dinho, a qual seu interior abriga exposição da Igreja de São Miguel, na Serra do Tigre em Malet.

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Bosque Zaninelli  & Universidade Livre do Meio Ambiente

Inaugurado em 1992 pelo oceanógrafo francês Jaques Costeau, ao meio de muito verde do bosque, a UniLivre do Meio Ambiente mantém um espaço de estudos e conhecimentos sobre o meio ambiente e a ecologia. A construção de material rústica na forma e cores lembra os quatro elementos da natureza: Ar, água, fogo, terra.

[UNSET]

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Bosque Alemão

O Bosque do Alemão é mais um dos pontos turísticos próprios de uma das etnias formadoras da população local. Recomenda-se uma visita ao local após as 16h00, quando o sol começa a baixar e graças à sua localização em um dos pontos mais altos da capital pode-se ter uma das mais lindas vistas da cidade. Uma réplica da Catedral de Bach é encontrada no bosque onde também é possível experimentar o legítimo apfelstrudel alemão.

  • Oratório Bach, uma sala para concertos musicais. É uma das principais atrações do Bosque e é instalada na réplica de uma antiga igreja Presbiteriana. A sala foi inaugurada em 13 de abril de 1996.
  • A Torre dos Filósofos, com um mirante de onde se vislumbra boa parte da área preservada.
  • A trilha João e Maria, onde as crianças tem a oportunidade de vivenciar um dos mais belos contos de fadas dos irmãos Grimm.
  • A Casa Encantada, com uma biblioteca infantil, e onde é feita a Hora do Conto para crianças, com bruxas e fadas.
  • A Praça da Cultura Germânica, onde se vislumbra a riqueza cultural dos imigrantes alemães.
  • O bosque de mata atlântica nativa preservada com nascentes de água límpida.
  • O portal e a reprodução da fachada da Casa Mila, construção germânica do início do século XX, originalmente localizada no centro da cidade. O gradil na abertura superior central do portal é original da antiga construção.

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Ópera de Arame e Pedreira

   Com estrutura tubular e teto transparente, a Ópera de Arame é um dos símbolos emblemáticos de Curitiba. Inaugurada em 1992, acolhe todo tipo de espetáculo, do popular ao clássico, e tem capacidade para 1.572 espectadores. Em meio a lagos, vegetação típica e cascatas, faz parte do Parque das Pedreiras juntamente com a Pedreira Paulo Leminski, que desde 1989 é cenário para a encenação da Paixão de Cristo e outros grandes eventos. A Pedreira pode abrigar, ao ar livre, 20.000 pessoas.


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Farol do Saber

Os Faróis do Saber são bibliotecas comunitárias existentes em vários bairros de Curitiba. Funcionam em apoio às escolas municipais e como pontos de referência cultural e de lazer para a comunidade.

No total, são 45 faróis. O acervo referencial é de cinco mil livros e alguns incluem acesso gratuito à Internet banda larga. O primeiro foi inaugurado em 1994, em Vista Alegre.

A construção é modular, em estrutura metálica. Em geral, são 88 m² de área construída e a torre tem 10 metros de altura. O nome tem inspiração no antigo Farol e na Biblioteca de Alexandria.

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Bosque do Papa (João Paulo II)

Memorial da Imigração Polonesa, criado em dezembro de 1980. Local este que antigamente havia uma fábrica de velas estearina. As sete casas de troncos que compõem o memorial, são lembranças vivas de fé e da luta deste povo. A casa típica, ao casa do artesanato, a capela no seu interior encontramos a Virgem Negra de Czestochowa, o museu e na trilha um busto do Papa João Paulo II.

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Museu Oscar Niemeyer

Mais conhecido como o Museu do Olho, no Centro Cívico, onde é possível conferir exposições de arte fixas e itinerantes, ou até mesmo fazer um piquenique ao ar livre, como é costume de muitos curitibanos.

O MON, como é conhecido, é um dos maiores museus da América Latina. Seu acervo abriga mais de 2.200 obras de artistas reconhecidos nacional e internacionalmente. Projetada pelo arquiteto Oscar Niemeyer, sua estrutura de 35 mil m² se destaca entre 144 mil m² de área verde. O complexo é formado pelo prédio principal, projetado em 1967, e o novo anexo, concebido em 2001 e inspirado na araucária, árvore de grande porte e símbolo do Paraná. A forma elíptica e as paredes de vidro desse novo anexo conferiram ao MON o carinhoso e popular apelido de “Museu do Olho”.

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Terça a domingo 10h às 18h R$ 9,00 R$ 4,50 (meia-entrada)


Parque Tanguá

Inaugurado em 1996, faz parte do projeto de preservação do Rio Barigui, juntamente com o Parque Tingui e Barigui. Destacam-se no parque duas pedreiras, unidas por um túnel de 45m, que pode ser atravessado a pé por uma passarela sobre a água. Possui pista de cooper, ciclovia, mirante, lanchonete e o Jardim Poty Lazzarotto. Considerado um dos melhores locais para apreciar o pôr do sol em Curitiba.

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Diariamente das 8 às 18 horas


Praça XIX de Dezembro

No passado abrigou um dos poucos mercados de abastecimento existentes na cidade, o qual após alguns anos fechou as portas. Parte da estrutura, como as escadas de concreto e os corrimãos de ferro, foram reutilizados no novo espaço público da cidade, que também tinha jardins e passaria a embelezar aquela antiga região úmida e de charco. A praça hoje é resultado da sua remodelação acontecida durante a segunda metade do século XX, quando para a comemoração da emancipação política do Estado, o governo contratou um Plano de Desenvolvimento Urbano, denominado Agache, previa a construção de diversas benfeitorias para qualificar o crescimento urbano em Curitiba, dentre elas a nova temática da Praça. O nome do logradouro e de seu conjunto escultural representam a data da Emancipação Política do Paraná em 19 de dezembro de 1853. O obelisco foi erigido em comemoração ao Centenário desta data, em 1953. O “Homem Nu”, de autoria de Erbo Stenzel, representa o Paraná emancipado, independente, caminhando com as próprias pernas e sem medo do futuro. A “Mulher Nua”, de autoria de Humberto Cozzo, que permaneceu nos fundos do Palácio Iguaçu até a década de 70, foi trazida para a praça a fim de complementar o conjunto e representar a Justiça. O biombo possui dois painéis, um de Poty Lazzarotto, em azulejos, representando a evolução política do Estado e o outro, de Erbo Stenzel, em alto relevo, representando os ciclos econômicos do Paraná.

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Paço da Liberdade

Inaugurado em 24 de fevereiro de 1916, era a sede da antiga Prefeitura de Curitiba,com detalhes neoclássicos e desenhos art-nouveau, a construção é em alvenaria de tijolos com base em blocos de concreto e cantaria.

É o único monumento do Paraná tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). O projeto de restauração respeitou as características originais do edifício e privilegia o uso público do espaço. Em 29 de março de 2009 a Prefeitura entregou o Paço da Liberdade totalmente revitalizado.

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Feira Largo da Ordem

Localizada próxima do marco zero(Praça Tiradentes) de Curitiba, Paraná, a Feira do Largo da Ordem recebe a cada domingo uma média de 15 mil pessoas que percorrem o local.

Além do artesanato a Feira tem exposições de automóveis antigos, centros históricos como a Igreja da Ordem, o Memorial de Curitiba e a Casa Romário Martins (a qual se acredita ser a mais velha da cidade).

Na Feira além trabalhos de artesanato como objetos de decoração, pinturas, bolsas, bijuterias, lembranças da cidade, roupas entre outros produtos, como livros e revistas antigas, antiguidades e muito mais.

 

By Night (Bar Crossroads)  – O Crossroads vem há quase duas décadas promovendo o encontro do público curitibano com bandas influenciadas pelo rock ’n’ roll e pelo blues, estilos musicais que definem o gosto da casa pela música. O bar conquistou vários prêmios durante sua existência, como o de Melhor Música ao Vivo pela Revista Veja Curitiba, e já trouxe bandas de renome nacional, como Blues Etílicos e Celso Blues Boy, e de reconhecimento internacional, como Guy King, blues man de Chicago.Tradicionalmente, a casa promove shows com as mais variadas bandas cover e grupos brasileiros de renome. Mas não é só pela boa música que o Crossroads é conhecido. O cardápio da casa se destaca pelos petiscos variados, sanduíches e pratos elaborados com produtos e receitas especiais. Para matar a sede, além do tradicional chopp no caneco (vencedor do prêmio Apreciadores do Chopp nacional e regional), a casa ainda possui uma carta de drinks.

O Crossroads é a melhor opção para festas e confraternizações. Temos ambientes climatizados, profissionais qualificados, qualidade de som, segurança e conforto para atender você ou sua empresa. Realize seu evento no bar mais rock’n’roll de Curitiba.

um resumo do nosso roteiro, pela historia dos locais e pelas fotos já da pra ter um gostinho de Curitiba ? se eu fosse voce iria correndo conhecer a cidade com mais qualidade de vida do pais, um lindo lugar de verdade.

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Museu do Futebol

Boa Noite, pessoal

Aproveitei minhas férias para conhecer melhor os pontos turísticos da cidade de São Paulo e na minha opinião nada melhor do que começarmos com o museu do futebol o templo dos fanáticos por curiosidades futebolísticas!

Me diverti bastante em um ambiente de ótima estrutura e com colaboradores prontos para tirar suas dúvidas em todas as partes do museu

Baseado nisso posso sugerir a vocês quando forem a são Paulo não esqueçam de dar uma passada ao Museu do Futebol, localizado no estádio do Pacaembu com entrada gratuita aos Sábados.

Essas são as partes que mais me chamaram a atenção no museu como a vista pro Pacaembu
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as historias dos clubes brasileiros
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e a parte de copas do mundo com o manto Brasileiro
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